Morre Pretinha, cadela companheira fiel do cão Orelha
Tristeza. A cadela Pretinha, que vivia junto com o cão Orelha na Praia Brava, em Florianópolis, morreu na noite desta segunda-feira (9) vítima de falência renal, agravada por complicações causadas pela dirofilariose, doença mais conhecida como verme do coração. A informação foi compartilhada pelo empresário Bruno Ducatti, que adotou a cachorra, em uma carta aberta […]
PORRedação SRzd10/2/2026|
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Pretinha. Foto: Reprodução/Instagram
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Tristeza. A cadela Pretinha, que vivia junto com o cão Orelha na Praia Brava, em Florianópolis, morreu na noite desta segunda-feira (9) vítima de falência renal, agravada por complicações causadas pela dirofilariose, doença mais conhecida como verme do coração.
A informação foi compartilhada pelo empresário Bruno Ducatti, que adotou a cachorra, em uma carta aberta publicada nas redes sociais.
No texto, ele afirmou que todos os recursos possíveis foram utilizados, incluindo internação intensiva, exames complexos, medicações de alto custo e acompanhamento contínuo.
“Mesmo assim, a medicina encontrou seus limites. Não houve omissão, descaso ou abandono. Houve luta até o fim. Resta-me a certeza de que Pretinha não agonizou sozinha na rua”, escreveu.
Pretinha havia sido retirada das ruas após o episódio de agressão contra Orelha, quando foi descoberto que ela enfrentava um quadro delicado de saúde.
Orelha e Pretinha tinham relação próxima na Praia Brava. De acordo com a veterinária Fernanda Oliveira, que fazia atendimentos na região, a cadela se tornou “protegida” do cão após a morte da mãe dela. Os dois eram descritos como “companheiros” e “inseparáveis” pela comunidade local.
Tristeza. A cadela Pretinha, que vivia junto com o cão Orelha na Praia Brava, em Florianópolis, morreu na noite desta segunda-feira (9) vítima de falência renal, agravada por complicações causadas pela dirofilariose, doença mais conhecida como verme do coração.
A informação foi compartilhada pelo empresário Bruno Ducatti, que adotou a cachorra, em uma carta aberta publicada nas redes sociais.
No texto, ele afirmou que todos os recursos possíveis foram utilizados, incluindo internação intensiva, exames complexos, medicações de alto custo e acompanhamento contínuo.
“Mesmo assim, a medicina encontrou seus limites. Não houve omissão, descaso ou abandono. Houve luta até o fim. Resta-me a certeza de que Pretinha não agonizou sozinha na rua”, escreveu.
Pretinha havia sido retirada das ruas após o episódio de agressão contra Orelha, quando foi descoberto que ela enfrentava um quadro delicado de saúde.
Orelha e Pretinha tinham relação próxima na Praia Brava. De acordo com a veterinária Fernanda Oliveira, que fazia atendimentos na região, a cadela se tornou “protegida” do cão após a morte da mãe dela. Os dois eram descritos como “companheiros” e “inseparáveis” pela comunidade local.