Mulher de assessor acusado de integrar ‘gabinete do ódio’ é funcionária do Planalto
A coluna do jornalista Guilherme Amado, da revista “Época”, revelou neste sábado (30) que o presidente Jair Bolsonaro mantém como funcionária do Planalto a mulher de um de seus assessores acusados de integrar o chamado “gabinete do ódio”. Com informações do Portal da Transparência, apurou-se que Bianca Diniz Arnaud, esposa de Tércio Arnaud Tomaz, que […]
PORRedação SRzd30/5/2020|
2 min de leitura
Palácio do Planalto. Foto: Divulgação
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A coluna do jornalista Guilherme Amado, da revista “Época”, revelou neste sábado (30) que o presidente Jair Bolsonaro mantém como funcionária do Planalto a mulher de um de seus assessores acusados de integrar o chamado “gabinete do ódio”.
Foto: Reprodução/Twitter
Com informações do Portal da Transparência, apurou-se que Bianca Diniz Arnaud, esposa de Tércio Arnaud Tomaz, que é alvo do inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a máquina de fake news em favor de Bolsonaro, possui cargo, desde março de 2019, na Coordenação de Saúde do Planalto.
Ela é enfermeira e começou a trabalhar no governo com com nível DAS 101.2, de remuneração R$ 3,4 mil. Depois, foi nomeada assistente na Divisão de Serviços Integrados em Saúde da Coordenação de Saúde do Planalto, com DAS 102.2, e salário de R$ 3,7 mil.
Ela e o marido, segundo a reportagem, participaram, inclusive, da comitiva que preparou a festa de reveillón do presidente Jair Bolsonaro em 2019, celebrada no Rio de Janeiro e na Bahia.
Questionada, a Secretaria Geral da Presidência não forneceu detalhes sobre a nomeação de Bianca para os cargos.
A coluna do jornalista Guilherme Amado, da revista “Época”, revelou neste sábado (30) que o presidente Jair Bolsonaro mantém como funcionária do Planalto a mulher de um de seus assessores acusados de integrar o chamado “gabinete do ódio”.
Foto: Reprodução/Twitter
Com informações do Portal da Transparência, apurou-se que Bianca Diniz Arnaud, esposa de Tércio Arnaud Tomaz, que é alvo do inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a máquina de fake news em favor de Bolsonaro, possui cargo, desde março de 2019, na Coordenação de Saúde do Planalto.
Ela é enfermeira e começou a trabalhar no governo com com nível DAS 101.2, de remuneração R$ 3,4 mil. Depois, foi nomeada assistente na Divisão de Serviços Integrados em Saúde da Coordenação de Saúde do Planalto, com DAS 102.2, e salário de R$ 3,7 mil.
Ela e o marido, segundo a reportagem, participaram, inclusive, da comitiva que preparou a festa de reveillón do presidente Jair Bolsonaro em 2019, celebrada no Rio de Janeiro e na Bahia.
Questionada, a Secretaria Geral da Presidência não forneceu detalhes sobre a nomeação de Bianca para os cargos.