‘Não adianta mais chorar’, diz Mourão ao defender diálogo com Lula

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“Nós concordamos em participar do jogo, agora não adianta mais chorar”. Assim pensa o vice-presidente Hamilton Mourão sobre a eleição do último domingo (30) que elegeu Luiz Inácio Lula da Silva para comandar o Brasil nos próximos quatro anos. A declaração ocorre após breve discurso do presidente Jair Bolsonaro nesta terça-feira (1). O chefe do Executivo […]

POR Redação SRzd 2/11/2022| 2 min de leitura

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Vice-presidente Hamilton Mourão. Foto: José Cruz/Agência Brasil

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“Nós concordamos em participar do jogo, agora não adianta mais chorar”. Assim pensa o vice-presidente Hamilton Mourão sobre a eleição do último domingo (30) que elegeu Luiz Inácio Lula da Silva para comandar o Brasil nos próximos quatro anos.

A declaração ocorre após breve discurso do presidente Jair Bolsonaro nesta terça-feira (1). O chefe do Executivo disse que irá respeitar a Constituição após permanecer dois dias em completo silêncio desde que foi derrotado nas urnas. 

O mandatário discursou durante dois minutos e três segundos. Ele agradeceu os mais de 58 milhões de votos, mas não citou o petista e nem respondeu aos questionamentos da imprensa.


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O senador eleito pelo Republicanos afirmou, em entrevista ao jornal “O Globo”, que Lula venceu as eleições e se mostrou disposto a manter um diálogo republicano com o presidente eleito.

“Nós concordamos em participar de um jogo em que o outro jogador (Lula) não deveria estar jogando. Mas se a gente concordou, não há mais do que reclamar. A partir daí, não adianta mais chorar, nós perdemos o jogo”, afirmou o militar.

Mourão sobre diálogo com Lula: “Lógico”

Mourão disse ainda que não houve fraude na eleição, criticou os protestos feitos nas estradas brasileiras contra o resulto do pleito e revelou que orientou Bolsonaro a se pronunciar durante as 45 horas em que manteve silêncio após a apuração dos votos.

O general ainda confirmou a conversa com o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin, que irá coordenar a transição de governo. “É um cara educado, eu também sou” – dizendo que é “de boa educação eu me dirigir a ele e dizer que estamos em condição de recebê-lo, que a casa em que ele vai morar está em condições de ser vistoriada”.

Questionado se dialogaria com Lula, já na condição de senador, Mourão foi enfático: “lógico”.

“Nós concordamos em participar do jogo, agora não adianta mais chorar”. Assim pensa o vice-presidente Hamilton Mourão sobre a eleição do último domingo (30) que elegeu Luiz Inácio Lula da Silva para comandar o Brasil nos próximos quatro anos.

A declaração ocorre após breve discurso do presidente Jair Bolsonaro nesta terça-feira (1). O chefe do Executivo disse que irá respeitar a Constituição após permanecer dois dias em completo silêncio desde que foi derrotado nas urnas. 

O mandatário discursou durante dois minutos e três segundos. Ele agradeceu os mais de 58 milhões de votos, mas não citou o petista e nem respondeu aos questionamentos da imprensa.


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O senador eleito pelo Republicanos afirmou, em entrevista ao jornal “O Globo”, que Lula venceu as eleições e se mostrou disposto a manter um diálogo republicano com o presidente eleito.

“Nós concordamos em participar de um jogo em que o outro jogador (Lula) não deveria estar jogando. Mas se a gente concordou, não há mais do que reclamar. A partir daí, não adianta mais chorar, nós perdemos o jogo”, afirmou o militar.

Mourão sobre diálogo com Lula: “Lógico”

Mourão disse ainda que não houve fraude na eleição, criticou os protestos feitos nas estradas brasileiras contra o resulto do pleito e revelou que orientou Bolsonaro a se pronunciar durante as 45 horas em que manteve silêncio após a apuração dos votos.

O general ainda confirmou a conversa com o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin, que irá coordenar a transição de governo. “É um cara educado, eu também sou” – dizendo que é “de boa educação eu me dirigir a ele e dizer que estamos em condição de recebê-lo, que a casa em que ele vai morar está em condições de ser vistoriada”.

Questionado se dialogaria com Lula, já na condição de senador, Mourão foi enfático: “lógico”.

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