‘O país exige respeito’; manifesto inclui banqueiros, empresários e ex-ministros
Um manifesto nomeado “O país exige respeito; a vida necessita da ciência e do bom governo”, ganhou repercussão nos últimos dias e será enviado ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), ao presidente do STF, Luiz Fux, e aos presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM), e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP). Assinado por ex-ministros […]
PORRedação SRzd22/3/2021|
2 min de leitura
Plenário do Senado Federal e Plenário da Câmara dos Deputados. Foto: Marcelo Casal - Agência Brasil
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Um manifesto nomeado “O país exige respeito; a vida necessita da ciência e do bom governo”, ganhou repercussão nos últimos dias e será enviado ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), ao presidente do STF, Luiz Fux, e aos presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM), e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP).
Assinado por ex-ministros da Fazenda, ex-presidentes do Banco Central e acadêmicos importantes do país, a carta conta também com o referendo de banqueiros e grandes empresários.
Segundo o texto, “não existe a dicotomia entre abrir a economia ou priorizar a saúde: sem vacinação rápida e outras medidas de combate efetivo à pandemia, não haverá recuperação econômica – empresas fecharão e ainda mais empregos serão eliminados. Uma das medidas sugeridas é que seja estudado o lockdown, cuja adoção foi efetiva em diferentes países”.
Ao classificar a situação atual como “desoladora”, alerta para a perspectiva de agravamento das condições econômicas do país e propõe quatro medidas gerais: “aceleração do ritmo de vacinação; incentivo ao uso e distribuição de máscaras; implementação de medidas de distanciamento social locais, com coordenação nacional; e criação de mecanismo de coordenação do combate à pandemia em âmbito nacional”.
“Esta recessão, assim como suas consequências sociais nefastas, foi causada pela pandemia e não será superada enquanto a pandemia não for controlada por uma atuação competente do governo federal. Este subutiliza ou utiliza mal os recursos de que dispõe, inclusive por ignorar ou negligenciar a evidência científica nas ações para lidar com a pandemia”, registra outro trecho do documento.
Dentre os signatários estão os ex-ministros da Fazenda Pedro Malan, Marcílio Marques Moreira, Maílson da Nóbrega e Ruben Ricupero; os ex-presidentes do BC Armínio Fraga, Gustavo Loyola, Persio Arida, Ilan Goldfajn e Affonso Celso Pastore; os banqueiros Roberto Setubal e Pedro Moreira Salles (co-presidentes do conselho do Itaú Unibanco) e o presidente do Credit Suisse no País, José Olympio Pereira.
Um manifesto nomeado “O país exige respeito; a vida necessita da ciência e do bom governo”, ganhou repercussão nos últimos dias e será enviado ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), ao presidente do STF, Luiz Fux, e aos presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM), e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP).
Assinado por ex-ministros da Fazenda, ex-presidentes do Banco Central e acadêmicos importantes do país, a carta conta também com o referendo de banqueiros e grandes empresários.
Segundo o texto, “não existe a dicotomia entre abrir a economia ou priorizar a saúde: sem vacinação rápida e outras medidas de combate efetivo à pandemia, não haverá recuperação econômica – empresas fecharão e ainda mais empregos serão eliminados. Uma das medidas sugeridas é que seja estudado o lockdown, cuja adoção foi efetiva em diferentes países”.
Ao classificar a situação atual como “desoladora”, alerta para a perspectiva de agravamento das condições econômicas do país e propõe quatro medidas gerais: “aceleração do ritmo de vacinação; incentivo ao uso e distribuição de máscaras; implementação de medidas de distanciamento social locais, com coordenação nacional; e criação de mecanismo de coordenação do combate à pandemia em âmbito nacional”.
“Esta recessão, assim como suas consequências sociais nefastas, foi causada pela pandemia e não será superada enquanto a pandemia não for controlada por uma atuação competente do governo federal. Este subutiliza ou utiliza mal os recursos de que dispõe, inclusive por ignorar ou negligenciar a evidência científica nas ações para lidar com a pandemia”, registra outro trecho do documento.
Dentre os signatários estão os ex-ministros da Fazenda Pedro Malan, Marcílio Marques Moreira, Maílson da Nóbrega e Ruben Ricupero; os ex-presidentes do BC Armínio Fraga, Gustavo Loyola, Persio Arida, Ilan Goldfajn e Affonso Celso Pastore; os banqueiros Roberto Setubal e Pedro Moreira Salles (co-presidentes do conselho do Itaú Unibanco) e o presidente do Credit Suisse no País, José Olympio Pereira.