Brasil. O Brasil alcançou seu maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) na história. O resultado foi divulgado nesta terça-feira (26) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), órgão da ONU responsável pelo estudo. Pela primeira vez, o país atingiu a ‘de desenvolvimento humano muito alto’. O IDH brasileiro passou de 0,744, registrado em […]
PORRedação SRzd26/5/2026|
2 min de leitura
Pedestres na Avenida Paulista, em São Paulo durante frente fria. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
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Brasil. O Brasil alcançou seu maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) na história.
O resultado foi divulgado nesta terça-feira (26) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), órgão da ONU responsável pelo estudo.
Pela primeira vez, o país atingiu a ‘de desenvolvimento humano muito alto’.
O IDH brasileiro passou de 0,744, registrado em 2012, para 0,805 em 2024. Entre os três componentes que formam o indicador (saúde, educação e renda), o segundo foi o que apresentou o maior avanço no período analisado
O indicador educacional saltou de 0,679 em 2012 para 0,798 em 2024, deixando de ser o pior componente do índice e tornando-se o segundo melhor resultado nacional. Para a economista Betina Barbosa, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do PNUD no Brasil, parte desse avanço está diretamente ligada às políticas públicas implementadas nas últimas décadas.
“Eu vejo diretamente o efeito de uma política pública brasileira, que começou fortemente no início do século 21, e que começa a produzir efeitos, dez anos depois. É aí que há essa observação dos indicadores de educação que avançam”, afirmou a pesquisadora, que participou da elaboração do relatório.
A análise do PNUD mostrou que os maiores avanços educacionais ocorreram justamente entre as faixas de renda mais baixas da população.
“Quando a gente desagrega os dados por décimo de renda, ou seja, os 10% mais pobres, depois os 20% mais pobres, [onde há maior] importância desses programas: nesses décimos de renda é onde você vê a melhoria dos indicadores de educação, nesse período. É o programa Bolsa Família que retira uma quantidade enorme de crianças do mundo do trabalho e dá a elas a condição da escola e a obrigatoriedade, também de, estar na escola, porque senão esse programa é interrompido”, apontou.
Brasil. O Brasil alcançou seu maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) na história.
O resultado foi divulgado nesta terça-feira (26) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), órgão da ONU responsável pelo estudo.
Pela primeira vez, o país atingiu a ‘de desenvolvimento humano muito alto’.
O IDH brasileiro passou de 0,744, registrado em 2012, para 0,805 em 2024. Entre os três componentes que formam o indicador (saúde, educação e renda), o segundo foi o que apresentou o maior avanço no período analisado
O indicador educacional saltou de 0,679 em 2012 para 0,798 em 2024, deixando de ser o pior componente do índice e tornando-se o segundo melhor resultado nacional. Para a economista Betina Barbosa, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do PNUD no Brasil, parte desse avanço está diretamente ligada às políticas públicas implementadas nas últimas décadas.
“Eu vejo diretamente o efeito de uma política pública brasileira, que começou fortemente no início do século 21, e que começa a produzir efeitos, dez anos depois. É aí que há essa observação dos indicadores de educação que avançam”, afirmou a pesquisadora, que participou da elaboração do relatório.
A análise do PNUD mostrou que os maiores avanços educacionais ocorreram justamente entre as faixas de renda mais baixas da população.
“Quando a gente desagrega os dados por décimo de renda, ou seja, os 10% mais pobres, depois os 20% mais pobres, [onde há maior] importância desses programas: nesses décimos de renda é onde você vê a melhoria dos indicadores de educação, nesse período. É o programa Bolsa Família que retira uma quantidade enorme de crianças do mundo do trabalho e dá a elas a condição da escola e a obrigatoriedade, também de, estar na escola, porque senão esse programa é interrompido”, apontou.