Pai de adolescente investigado pela morte de Orelha fala pela 1ª vez

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Brasil. Um caso que mobilizou o país. Orelha era um cão comunitário cuidado por moradores da Praia Brava, em Florianópolis, capital de Santa Catarina. No início de janeiro, Orelha foi encontrado agonizando e não resistiu aos ferimentos. A investigação aponta que ele foi vítima de agressão e a polícia apura o envolvimento de adolescentes. Na […]

POR Redação SRzd 1/2/2026| 2 min de leitura

Orelha

Orelha. Reprodução das redes sociais

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Brasil. Um caso que mobilizou o país.

Orelha era um cão comunitário cuidado por moradores da Praia Brava, em Florianópolis, capital de Santa Catarina.

No início de janeiro, Orelha foi encontrado agonizando e não resistiu aos ferimentos. A investigação aponta que ele foi vítima de agressão e a polícia apura o envolvimento de adolescentes.

Na quinta-feira (29), dois dos quatro apontados como suspeitos da morte do Orelha voltaram dos Estados Unidos. De acordo com as famílias e com a polícia, eles estavam em uma viagem pré-programada com a turma da escola. Ainda no aeroporto, os investigadores apreenderam os telefones celulares, concluindo os mandados de busca e apreensão.

O Fantástico, exibido pela TV Globo na noite deste domingo, conversou com o pai de um dos adolescentes investigados:

“A educação que eu e minha esposa damos para ele não foi de passar a mão na cabeça dele. Se ele fez alguma coisa e ficar provado, ele tem que responder. Mas tem que ser provado, porque até agora só foram acusações, acusações, acusações e não tem nada, não apresentaram absolutamente nada. A gente quer justiça tanto quanto as outras pessoas”.

Rodapé - brasil

Brasil. Um caso que mobilizou o país.

Orelha era um cão comunitário cuidado por moradores da Praia Brava, em Florianópolis, capital de Santa Catarina.

No início de janeiro, Orelha foi encontrado agonizando e não resistiu aos ferimentos. A investigação aponta que ele foi vítima de agressão e a polícia apura o envolvimento de adolescentes.

Na quinta-feira (29), dois dos quatro apontados como suspeitos da morte do Orelha voltaram dos Estados Unidos. De acordo com as famílias e com a polícia, eles estavam em uma viagem pré-programada com a turma da escola. Ainda no aeroporto, os investigadores apreenderam os telefones celulares, concluindo os mandados de busca e apreensão.

O Fantástico, exibido pela TV Globo na noite deste domingo, conversou com o pai de um dos adolescentes investigados:

“A educação que eu e minha esposa damos para ele não foi de passar a mão na cabeça dele. Se ele fez alguma coisa e ficar provado, ele tem que responder. Mas tem que ser provado, porque até agora só foram acusações, acusações, acusações e não tem nada, não apresentaram absolutamente nada. A gente quer justiça tanto quanto as outras pessoas”.

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