Personal é morto ao sair de academia; polícia encontra peruca e investiga ex

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Assassinato. Um personal trainer foi morto a tiros na saída de academia onde trabalhava na noite de terça-feira (18) em Itajaí, Santa Catarina. Guilherme Montani, de 34 anos, tinha acabado de sair do trabalho e caminhava em direção à sua motocicleta, quando foi atingido pelos disparos na rua Felipe Schmidt,  na frente da Praça dos […]

POR Redação SRzd 19/11/2025| 1 min de leitura

Guilherme Montani. Foto: Reprodução de vídeo

Guilherme Montani. Foto: Reprodução de vídeo

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Assassinato. Um personal trainer foi morto a tiros na saída de academia onde trabalhava na noite de terça-feira (18) em Itajaí, Santa Catarina.

Guilherme Montani, de 34 anos, tinha acabado de sair do trabalho e caminhava em direção à sua motocicleta, quando foi atingido pelos disparos na rua Felipe Schmidt,  na frente da Praça dos Correios.

Próximo ao local do crime, policiais localizaram uma peruca que foi recolhida para análise.

A Polícia Militar informou que a principal suspeita é a ex-companheira do paranaense, e acredita em crime passional.

A ex-mulher não aceitava o fim do relacionamento e, principalmente, o início de um novo relacionamento do personal.

O comandante do 1º Batalhão da PM em Itajaí, Ciro Adriano Da Silva, relatou ao G1 que testemunhas disseram ter visto a moça nas imediações de onde aconteceu o crime.

As polícias Civil e Científica foram acionadas para investigar o caso.

Rodapé - brasil

Assassinato. Um personal trainer foi morto a tiros na saída de academia onde trabalhava na noite de terça-feira (18) em Itajaí, Santa Catarina.

Guilherme Montani, de 34 anos, tinha acabado de sair do trabalho e caminhava em direção à sua motocicleta, quando foi atingido pelos disparos na rua Felipe Schmidt,  na frente da Praça dos Correios.

Próximo ao local do crime, policiais localizaram uma peruca que foi recolhida para análise.

A Polícia Militar informou que a principal suspeita é a ex-companheira do paranaense, e acredita em crime passional.

A ex-mulher não aceitava o fim do relacionamento e, principalmente, o início de um novo relacionamento do personal.

O comandante do 1º Batalhão da PM em Itajaí, Ciro Adriano Da Silva, relatou ao G1 que testemunhas disseram ter visto a moça nas imediações de onde aconteceu o crime.

As polícias Civil e Científica foram acionadas para investigar o caso.

Rodapé - brasil

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