PF apura fraude de R$ 130 milhões em impressão de provas do Enem

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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (7), uma operação para apurar suspeitas de fraudes e superfaturamento em contratos firmados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) com gráficas responsáveis pela impressão das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). De acordo com o G1, funcionários do Inep são suspeitos de […]

POR Redação SRzd 7/12/2021| 2 min de leitura

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Enem. Foto: Divulgação/Inep

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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (7), uma operação para apurar suspeitas de fraudes e superfaturamento em contratos firmados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) com gráficas responsáveis pela impressão das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

De acordo com o G1, funcionários do Inep são suspeitos de “enriquecimento ilícito”. Os agentes estão cumprindo 41 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal, Rio de Janeiro e em São Paulo visando apurar crimes contra a lei de licitações, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Segundo a PF, de 2010 a 2018 o Inep contratou para realização do Enem, sem observar as normas de inexigência de licitação, empresa que recebeu um total de R$ 728.645.383,37 dos cofres públicos neste período.

Além disso, acrescentou a PF, apurou-se o envolvimento de servidores do Inep com diretores da empresa, bem como com companhias de consultoria subcontratadas pela multinacional.

Segundo a CGU, as investigações revelaram a atuação de diretores e servidores do instituto com consultores das gráficas contratadas, no direcionamento da contratação das empresas para impressão das provas.

Em 2019, a empresa entrou com pedido de falência, o que levou o Inep a realizar novo pregão eletrônico, resultando na contratação de empresa classificada em terceiro lugar no certame, após a desclassificação das duas primeiras.

Enriquecimento ilícito

Segundo a PF, os contratos sob investigação totalizaram um pagamento às empresas de R$ 880 milhões, desde 2010. Deste montante, estima-se que cerca de R$ 130 milhões foram superfaturados para fins de comissionamento da organização criminosa, que seria composta por empresários, funcionários das empresas envolvidas e servidores públicos.

A PF diz ainda que as investigações apontam para um enriquecimento ilícito de R$ 5 milhões de servidores do Inep suspeitos de participação no esquema criminoso.

Os envolvidos são suspeitos do cometimento dos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, crimes da lei de licitações e lavagem de dinheiro, com penas que ultrapassam 20 anos de reclusão.

* Com informações da Agência Brasil

A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (7), uma operação para apurar suspeitas de fraudes e superfaturamento em contratos firmados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) com gráficas responsáveis pela impressão das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

De acordo com o G1, funcionários do Inep são suspeitos de “enriquecimento ilícito”. Os agentes estão cumprindo 41 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal, Rio de Janeiro e em São Paulo visando apurar crimes contra a lei de licitações, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Segundo a PF, de 2010 a 2018 o Inep contratou para realização do Enem, sem observar as normas de inexigência de licitação, empresa que recebeu um total de R$ 728.645.383,37 dos cofres públicos neste período.

Além disso, acrescentou a PF, apurou-se o envolvimento de servidores do Inep com diretores da empresa, bem como com companhias de consultoria subcontratadas pela multinacional.

Segundo a CGU, as investigações revelaram a atuação de diretores e servidores do instituto com consultores das gráficas contratadas, no direcionamento da contratação das empresas para impressão das provas.

Em 2019, a empresa entrou com pedido de falência, o que levou o Inep a realizar novo pregão eletrônico, resultando na contratação de empresa classificada em terceiro lugar no certame, após a desclassificação das duas primeiras.

Enriquecimento ilícito

Segundo a PF, os contratos sob investigação totalizaram um pagamento às empresas de R$ 880 milhões, desde 2010. Deste montante, estima-se que cerca de R$ 130 milhões foram superfaturados para fins de comissionamento da organização criminosa, que seria composta por empresários, funcionários das empresas envolvidas e servidores públicos.

A PF diz ainda que as investigações apontam para um enriquecimento ilícito de R$ 5 milhões de servidores do Inep suspeitos de participação no esquema criminoso.

Os envolvidos são suspeitos do cometimento dos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, crimes da lei de licitações e lavagem de dinheiro, com penas que ultrapassam 20 anos de reclusão.

* Com informações da Agência Brasil

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