A Polícia Federal enviou ao Supremo Tribunal Federal um pedido de abertura de inquérito para investigar o ministro Dias Toffoli. A acusação foi feita pelo ex-governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (MDB), em delação premiada homologada pelo também ministro do STF, Edson Fachin. O magistrado é acusado de ter recebido o pagamento […]
PORRedação SRzd11/5/2021|
2 min de leitura
Dias Toffoli. Foto: Rovena Rosa - Agência Brasil
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A Polícia Federal enviou ao Supremo Tribunal Federal um pedido de abertura de inquérito para investigar o ministro Dias Toffoli.
A acusação foi feita pelo ex-governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (MDB), em delação premiada homologada pelo também ministro do STF, Edson Fachin.
O magistrado é acusado de ter recebido o pagamento de R$ 4 milhões, em troca de favorecimento em decisões de dois prefeitos do Estado do Rio de Janeiro em processos no TSE, o Tribunal Superior Eleitoral.
Em nota, Toffoli informou que não tem conhecimento dos fatos mencionados e disse que jamais recebeu os supostos valores. Ele também negou a possibilidade de ter trabalhado para favorecer qualquer pessoa, desde que assumiu o cargo no STF.
“O ministro Dias Toffoli afirmou, por meio da assessoria, não ter conhecimento dos fatos mencionados e disse que jamais recebeu os supostos valores ilegais. Por meio da assessoria, o ministro refutou a possibilidade de ter atuado para favorecer qualquer pessoa no exercício de suas funções”.
A Polícia Federal enviou ao Supremo Tribunal Federal um pedido de abertura de inquérito para investigar o ministro Dias Toffoli.
A acusação foi feita pelo ex-governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (MDB), em delação premiada homologada pelo também ministro do STF, Edson Fachin.
O magistrado é acusado de ter recebido o pagamento de R$ 4 milhões, em troca de favorecimento em decisões de dois prefeitos do Estado do Rio de Janeiro em processos no TSE, o Tribunal Superior Eleitoral.
Em nota, Toffoli informou que não tem conhecimento dos fatos mencionados e disse que jamais recebeu os supostos valores. Ele também negou a possibilidade de ter trabalhado para favorecer qualquer pessoa, desde que assumiu o cargo no STF.
“O ministro Dias Toffoli afirmou, por meio da assessoria, não ter conhecimento dos fatos mencionados e disse que jamais recebeu os supostos valores ilegais. Por meio da assessoria, o ministro refutou a possibilidade de ter atuado para favorecer qualquer pessoa no exercício de suas funções”.