PGR dá parecer favorável a queixa-crime de Caetano Veloso contra Marco Feliciano
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge decidiu pelo recebimento da queixa-crime proposta por Caetano Veloso no STF por difamação contra o deputado federal Marco Feliciano. A ação foi aberta no mês de dezembro, depois que Feliciano o chamou de “pedófilo”. A defesa do cantor pede condenação por injúria e difamação por publicações feitas por Feliciano, que […]
PORRedação SRzd24/4/2018|
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Caetano Veloso. Foto: Divulgação
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A procuradora-geral da República, Raquel Dodge decidiu pelo recebimento da queixa-crime proposta por Caetano Veloso no STF por difamação contra o deputado federal Marco Feliciano.
A ação foi aberta no mês de dezembro, depois que Feliciano o chamou de “pedófilo”. A defesa do cantor pede condenação por injúria e difamação por publicações feitas por Feliciano, que questionou o Ministério Público o motivo pelo qual o Caetano não estaria preso, já que “estupro é crime imprescritível”.
Os ataques começaram quando Caetano defendeu uma performance no Museu de Arte Moderna em São Paulo que exibia nudez. Na ocasião, um dos atores se apresentou nu e foi filmado sendo tocado na perna por uma criança.
Em uma das postagens feitas, Feliciano escreveu: “Em inúmeros sites na internet você vai encontrar ele dizendo que tirou a virgindade de uma menina de 13 anos de idade na festa de 40 anos dele. Todos sabemos que isso é crime, é estupro de vulnerável, é pedofilia…”.
A PGR diz que neste caso está caracterizado o “crime de difamação” e que a imunidade parlamentar não inclui esse tipo de manifestação. O processo terá Luís Roberto Barroso como relator.
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge decidiu pelo recebimento da queixa-crime proposta por Caetano Veloso no STF por difamação contra o deputado federal Marco Feliciano.
A ação foi aberta no mês de dezembro, depois que Feliciano o chamou de “pedófilo”. A defesa do cantor pede condenação por injúria e difamação por publicações feitas por Feliciano, que questionou o Ministério Público o motivo pelo qual o Caetano não estaria preso, já que “estupro é crime imprescritível”.
Os ataques começaram quando Caetano defendeu uma performance no Museu de Arte Moderna em São Paulo que exibia nudez. Na ocasião, um dos atores se apresentou nu e foi filmado sendo tocado na perna por uma criança.
Em uma das postagens feitas, Feliciano escreveu: “Em inúmeros sites na internet você vai encontrar ele dizendo que tirou a virgindade de uma menina de 13 anos de idade na festa de 40 anos dele. Todos sabemos que isso é crime, é estupro de vulnerável, é pedofilia…”.
A PGR diz que neste caso está caracterizado o “crime de difamação” e que a imunidade parlamentar não inclui esse tipo de manifestação. O processo terá Luís Roberto Barroso como relator.