PM vai intensificar policiamento nos corredores turísticos do Rio

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Autoridades prometem retirar moradores de rua da Zona Sul.

POR Redação SRzd 23/8/2006| 2 min de leitura

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Autoridades prometem retirar moradores de rua da Zona Sul.

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A Polícia Militar vai intensificar o policiamento ostensivo nos corredores turísticos, em especial na Avenida Atlântica, em Copacabana, que concentra 54% dos quartos de hotéis do Rio de Janeiro e também a maior parte dos crimes de roubos, furtos e lesão corporal contra turistas. A decisão foi tomada nesta terça-feria na reunião do Comitê Integrado de Segurança Turística, composto pelos secretários de Segurança Pública, Roberto Precioso Júnior; de Turismo, Sérgio Ricardo; autoridades policiais e representantes dos ramos de hotéis, bares e restaurantes.

A adoção das medidas é essencial e urgente, mas deveria ter ocorrido antes pois, assim, a vida do jovem turista português assassinado na praia de Copacabana na semana passada talvez tivesse sido salva. O caso, que manchou a imagem do Rio de Janeiro e ganhou repercussão internacional, aconteceu na segunda-feira, por volta de 8h30 da manhã. Na ocasião, André Bordalo, de 19 anos, que veio de Portugal passar férias no Brasil, foi morto com uma facada depois de ter a mochila roubada. Na mesma semana, em cerca de 24 horas, pelo menos 22 turistas foram vítimas de bandidos no Rio, na Lapa e em Copacabana.

Énibus da PM vai recolher menores

No encontro, o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Hudson de Aguiar, anunciou que, a partir desta quarta-feira, ônibus da corporação passarão a retirar crianças e adultos moradores de rua que estiverem na orla de Copacabana e nas ruas adjacentes. A medida será adotada das 6h às 18h. E a Polícia Civil se comprometeu a intensificar o trabalho de investigação da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, para identificar e deter os menores infratores, já que a maioria dos ataques é praticada por menores de 12 a 14 anos.
“É preciso que todos cumpram com a sua parte, melhorando a iluminação pública, podando árvores, combatendo os flanelinhas e acolhendo pessoas abandonadas, para que os problemas sejam resolvidos”, afirmou o coronel Hudson de Aguiar.

A Polícia Militar vai intensificar o policiamento ostensivo nos corredores turísticos, em especial na Avenida Atlântica, em Copacabana, que concentra 54% dos quartos de hotéis do Rio de Janeiro e também a maior parte dos crimes de roubos, furtos e lesão corporal contra turistas. A decisão foi tomada nesta terça-feria na reunião do Comitê Integrado de Segurança Turística, composto pelos secretários de Segurança Pública, Roberto Precioso Júnior; de Turismo, Sérgio Ricardo; autoridades policiais e representantes dos ramos de hotéis, bares e restaurantes.

A adoção das medidas é essencial e urgente, mas deveria ter ocorrido antes pois, assim, a vida do jovem turista português assassinado na praia de Copacabana na semana passada talvez tivesse sido salva. O caso, que manchou a imagem do Rio de Janeiro e ganhou repercussão internacional, aconteceu na segunda-feira, por volta de 8h30 da manhã. Na ocasião, André Bordalo, de 19 anos, que veio de Portugal passar férias no Brasil, foi morto com uma facada depois de ter a mochila roubada. Na mesma semana, em cerca de 24 horas, pelo menos 22 turistas foram vítimas de bandidos no Rio, na Lapa e em Copacabana.

Énibus da PM vai recolher menores

No encontro, o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Hudson de Aguiar, anunciou que, a partir desta quarta-feira, ônibus da corporação passarão a retirar crianças e adultos moradores de rua que estiverem na orla de Copacabana e nas ruas adjacentes. A medida será adotada das 6h às 18h. E a Polícia Civil se comprometeu a intensificar o trabalho de investigação da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, para identificar e deter os menores infratores, já que a maioria dos ataques é praticada por menores de 12 a 14 anos.
“É preciso que todos cumpram com a sua parte, melhorando a iluminação pública, podando árvores, combatendo os flanelinhas e acolhendo pessoas abandonadas, para que os problemas sejam resolvidos”, afirmou o coronel Hudson de Aguiar.

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