Polícia encontra corpos dos supostos assassinos dos médicos no Rio

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A Polícia Civil do Rio de Janeiro encontrou corpos de traficantes apontados como suspeitos pelas mortes dos três médicos em um quiosque na Barra da Tijuca, na Zona Oeste, dentro de dois carros na noite desta quinta-feira (5), na mesma área onde ocorreram os assassinatos. No total, quatro corpos foram encontrados pela Delegacia de Homicídios, […]

POR Redação SRzd 6/10/2023| 2 min de leitura

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Quiosque na Barra da Tijuca. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

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A Polícia Civil do Rio de Janeiro encontrou corpos de traficantes apontados como suspeitos pelas mortes dos três médicos em um quiosque na Barra da Tijuca, na Zona Oeste, dentro de dois carros na noite desta quinta-feira (5), na mesma área onde ocorreram os assassinatos.

No total, quatro corpos foram encontrados pela Delegacia de Homicídios, com o apoio da inteligência da polícia, segundo a TV Globo. Três deles estavam em um automóvel na Rua Abrahão Jabour, perto do Riocentro, e o outro, em um segundo carro, na Avenida Tenente-Coronel Muniz de Aragão, na Gardênia Azul.

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Uma linha de investigação da Polícia Civil sugere que os médicos podem ter sido vítimas de um erro, devido à semelhança física entre um profissional e um miliciano. Ambos compartilhavam características físicas.

Uma gravação indica a possibilidade da confusão de identidade. A investigação aponta que o ataque pode estar relacionado a uma disputa territorial entre milicianos e traficantes na região.

Além dos três que morreram, um quarto médico foi baleado e está hospitalizado.Daniel Sonnewend Proença passou por uma cirurgia de emergência no Hospital Lourenço Jorge, também na Barra da Tijuca.

Ele foi alvejado 14 vezes, incluindo dois tiros de raspão, resultando em 24 perfurações em seu corpo. As lesões incluíram danos ao tórax, intestino, pélvis, mão, pernas e pé.

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No total, quatro corpos foram encontrados pela Delegacia de Homicídios, com o apoio da inteligência da polícia, segundo a TV Globo. Três deles estavam em um automóvel na Rua Abrahão Jabour, perto do Riocentro, e o outro, em um segundo carro, na Avenida Tenente-Coronel Muniz de Aragão, na Gardênia Azul.

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Uma linha de investigação da Polícia Civil sugere que os médicos podem ter sido vítimas de um erro, devido à semelhança física entre um profissional e um miliciano. Ambos compartilhavam características físicas.

Uma gravação indica a possibilidade da confusão de identidade. A investigação aponta que o ataque pode estar relacionado a uma disputa territorial entre milicianos e traficantes na região.

Além dos três que morreram, um quarto médico foi baleado e está hospitalizado.Daniel Sonnewend Proença passou por uma cirurgia de emergência no Hospital Lourenço Jorge, também na Barra da Tijuca.

Ele foi alvejado 14 vezes, incluindo dois tiros de raspão, resultando em 24 perfurações em seu corpo. As lesões incluíram danos ao tórax, intestino, pélvis, mão, pernas e pé.

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