Polícia encontra veneno de rato em marmitas que mataram moradores de rua em São Paulo
Perícia realizada nas marmitas que mataram dois moradores de rua em Itapevi, cidade do interior de São Paulo, no último dia 22, encontrou veneno de rato misturado à comida. “Só vou falar isso: os laudos deram positivo para ‘chumbinho’ nas marmitas e no estômago do cachorro”, afirmou o delegado Aloysio Ribeiro de Mendonça Neto, titular […]
PORRedação SRzd30/7/2020|
1 min de leitura
Marmita. Foto: Reprodução
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Perícia realizada nas marmitas que mataram dois moradores de rua em Itapevi, cidade do interior de São Paulo, no último dia 22, encontrou veneno de rato misturado à comida.
“Só vou falar isso: os laudos deram positivo para ‘chumbinho’ nas marmitas e no estômago do cachorro”, afirmou o delegado Aloysio Ribeiro de Mendonça Neto, titular da delegacia de Itapevi, em entrevista ao jornal Agora.
Um garoto de 11 anos, que também ingeriu o alimento, permanece internado e sem previsão de alta.
As marmitas foram doadas por integrantes de uma igreja evangélica da cidade. A pastora Agda Lopes Casimiro afirmou à polícia que foi responsável por preparar a comida, mas negou que houvesse problemas. Ela afirmou que a própria família comeu o alimento, sem passar mal.
A polícia agora investiga se o alimento foi envenenado no posto ou no momento da preparação, assim como o motivo do ato. O caso deixa de ser “morte suspeita” e de agora em diante será tratado como homicídio doloso.
Perícia realizada nas marmitas que mataram dois moradores de rua em Itapevi, cidade do interior de São Paulo, no último dia 22, encontrou veneno de rato misturado à comida.
“Só vou falar isso: os laudos deram positivo para ‘chumbinho’ nas marmitas e no estômago do cachorro”, afirmou o delegado Aloysio Ribeiro de Mendonça Neto, titular da delegacia de Itapevi, em entrevista ao jornal Agora.
Um garoto de 11 anos, que também ingeriu o alimento, permanece internado e sem previsão de alta.
As marmitas foram doadas por integrantes de uma igreja evangélica da cidade. A pastora Agda Lopes Casimiro afirmou à polícia que foi responsável por preparar a comida, mas negou que houvesse problemas. Ela afirmou que a própria família comeu o alimento, sem passar mal.
A polícia agora investiga se o alimento foi envenenado no posto ou no momento da preparação, assim como o motivo do ato. O caso deixa de ser “morte suspeita” e de agora em diante será tratado como homicídio doloso.