Polícia Federal prende suspeito de liderar ataques golpistas em Brasília
A Polícia Federal prendeu em Campos dos Goytacazes, no Norte-Fluminense, um comerciante apontado como um dos chefes da invasão ao Supremo Tribunal Federal (STF), nos atos golpistas de 8 de janeiro, em Brasília. A prisão preventiva de Diego Ventura, feita durante um evento denominado “Assembleia Nacional da Direita Brasileira”, foi determinada nesta quinta-feira (20) pelo […]
PORRedação SRzd21/7/2023|
2 min de leitura
Diego Ventura (ao centro). Foto: Reprodução/Youtube
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A Polícia Federal prendeu em Campos dos Goytacazes, no Norte-Fluminense, um comerciante apontado como um dos chefes da invasão ao Supremo Tribunal Federal (STF), nos atos golpistas de 8 de janeiro, em Brasília.
A prisão preventiva de Diego Ventura, feita durante um evento denominado “Assembleia Nacional da Direita Brasileira”, foi determinada nesta quinta-feira (20) pelo ministro Alexandre de Moraes.
Segundo reportagem do G1, “a PF cumpriu três mandados expedidos pelo STF: um de prisão, um de busca pessoal e um de busca e apreensão. O aparelho celular de Diego foi apreendido. Ele era líder de um grupo de extrema direita presente no acampamento do quartel-general do Exército em Brasília”.
Em dezembro, Ventura chegou a ser detido pela Polícia Militar do Distrito Federal quando se dirigia para a sede do STF carregando itens como estilingues, rádios comunicadores e facas. Ele foi solto no mesmo dia.
Em janeiro, câmeras de segurança flagraram Ventura chutando grades de contenção antes do início da invasão e dentro das instalações depredadas do prédio da Suprema Corte.
Segundo a Polícia Federal, a prisão de Diego Ventura foi mais um desdobramento da “Operação Lesa Pátria”, que começou em 20 de janeiro, com o objetivo de identificar pessoas que participaram, financiaram ou ajudaram os ataques em Brasília.
A Polícia Federal prendeu em Campos dos Goytacazes, no Norte-Fluminense, um comerciante apontado como um dos chefes da invasão ao Supremo Tribunal Federal (STF), nos atos golpistas de 8 de janeiro, em Brasília.
A prisão preventiva de Diego Ventura, feita durante um evento denominado “Assembleia Nacional da Direita Brasileira”, foi determinada nesta quinta-feira (20) pelo ministro Alexandre de Moraes.
Segundo reportagem do G1, “a PF cumpriu três mandados expedidos pelo STF: um de prisão, um de busca pessoal e um de busca e apreensão. O aparelho celular de Diego foi apreendido. Ele era líder de um grupo de extrema direita presente no acampamento do quartel-general do Exército em Brasília”.
Em dezembro, Ventura chegou a ser detido pela Polícia Militar do Distrito Federal quando se dirigia para a sede do STF carregando itens como estilingues, rádios comunicadores e facas. Ele foi solto no mesmo dia.
Em janeiro, câmeras de segurança flagraram Ventura chutando grades de contenção antes do início da invasão e dentro das instalações depredadas do prédio da Suprema Corte.
Segundo a Polícia Federal, a prisão de Diego Ventura foi mais um desdobramento da “Operação Lesa Pátria”, que começou em 20 de janeiro, com o objetivo de identificar pessoas que participaram, financiaram ou ajudaram os ataques em Brasília.