Casa Civil: general Ramos diz estar em ‘choque’ com demissão
“Eu não sabia, estou em choque. Fui atropelado por um trem, mas passo bem”. Assim o ministro da Casa Civil, general Luiz Eduardo Ramos, reagiu ao saber de sua demissão do cargo, que deve ser ocupado pelo senador do Piauí, Ciro Nogueira (PP). Ramos disse ao jornal O Estado de S.Paulo que foi comunicado nesta […]
PORRedação SRzd21/7/2021|
2 min de leitura
Luiz Eduardo Ramos. Foto: Anderson Riedel/PR
| Siga-nos
“Eu não sabia, estou em choque. Fui atropelado por um trem, mas passo bem”.
Assim o ministro da Casa Civil, general Luiz Eduardo Ramos, reagiu ao saber de sua demissão do cargo, que deve ser ocupado pelo senador do Piauí, Ciro Nogueira (PP).
Ramos disse ao jornal O Estado de S.Paulo que foi comunicado nesta quarta-feira (21) pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sobre sua saída e não foi informado se irá para a Secretaria-Geral da Presidência da República, no lugar de Onyx Lorenzoni, conforme informações noticiadas pela imprensa. Onyx deve assumir o Ministério do Trabalho, que seria recriado pelo governo Bolsonaro.
“Eu estava, aliás, ainda estou muito feliz na Casa Civil e dei o melhor de mim. Tanto que estou recebendo telefonemas de parlamentares de vários partidos, em solidariedade. Se eu estivesse sendo trocado por alguém formado em Oxford, ou Harvard, tudo bem, poderiam dizer que falhei. Mas é por um político aliado do presidente, é assim que funciona”.
“Eu não sabia, estou em choque. Fui atropelado por um trem, mas passo bem”.
Assim o ministro da Casa Civil, general Luiz Eduardo Ramos, reagiu ao saber de sua demissão do cargo, que deve ser ocupado pelo senador do Piauí, Ciro Nogueira (PP).
Ramos disse ao jornal O Estado de S.Paulo que foi comunicado nesta quarta-feira (21) pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sobre sua saída e não foi informado se irá para a Secretaria-Geral da Presidência da República, no lugar de Onyx Lorenzoni, conforme informações noticiadas pela imprensa. Onyx deve assumir o Ministério do Trabalho, que seria recriado pelo governo Bolsonaro.
“Eu estava, aliás, ainda estou muito feliz na Casa Civil e dei o melhor de mim. Tanto que estou recebendo telefonemas de parlamentares de vários partidos, em solidariedade. Se eu estivesse sendo trocado por alguém formado em Oxford, ou Harvard, tudo bem, poderiam dizer que falhei. Mas é por um político aliado do presidente, é assim que funciona”.