Condenado e preso, general Heleno informa que tem prisão de ventre, hipertensão e Alzheimer, desde 2018
Brasília. Chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) durante os quatro anos do governo de Jair Bolsonaro, o general Augusto Heleno informou ter Alzheimer desde 2018. Ele ocupou o cargo entre 2019 e 2022. O diagnóstico foi informado por ele mesmo durante exame médico realizado na terça-feira, no Comando Militar do Planalto, em Brasília, para […]
PORRedação SRzd26/11/2025|
2 min de leitura
Augusto Heleno. Foto: Fabio Rodrigues/Agência Brasil
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Brasília. Chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) durante os quatro anos do governo de Jair Bolsonaro, o general Augusto Heleno informou ter Alzheimer desde 2018. Ele ocupou o cargo entre 2019 e 2022.
O diagnóstico foi informado por ele mesmo durante exame médico realizado na terça-feira, no Comando Militar do Planalto, em Brasília, para onde foi levado para cumprir pena de 21 anos de prisão por sua participação na tentativa de Golpe de Estado em 2022.
O militar informou:
“Refere ser portador de Demência de Alzheimer em evolução desde 2018, com perda de memória recente importante, prisão de ventre e hipertensão, em tratamento medicamentoso”, diz o registro do exame, cujo objetivo era avaliar o estado de saúde geral e a integridade física dele antes de ser recolhido ao cárcere.
Alzheimer é um tipo de demência que causa perda de memória e dificuldade para pensar com clareza. Os sintomas começam sutis e vão se agravando com o passar dos anos.
A médica, porém, que o avaliou apontou que “Heleno apresenta bom estado geral, alerta e com sinais vitais regulares. Ao exame geral, trata-se de indivíduo idoso, com aparência condizente com a idade biológica, colaborativo e com estado emocional estável”, informou em laudo.
Brasília. Chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) durante os quatro anos do governo de Jair Bolsonaro, o general Augusto Heleno informou ter Alzheimer desde 2018. Ele ocupou o cargo entre 2019 e 2022.
O diagnóstico foi informado por ele mesmo durante exame médico realizado na terça-feira, no Comando Militar do Planalto, em Brasília, para onde foi levado para cumprir pena de 21 anos de prisão por sua participação na tentativa de Golpe de Estado em 2022.
O militar informou:
“Refere ser portador de Demência de Alzheimer em evolução desde 2018, com perda de memória recente importante, prisão de ventre e hipertensão, em tratamento medicamentoso”, diz o registro do exame, cujo objetivo era avaliar o estado de saúde geral e a integridade física dele antes de ser recolhido ao cárcere.
Alzheimer é um tipo de demência que causa perda de memória e dificuldade para pensar com clareza. Os sintomas começam sutis e vão se agravando com o passar dos anos.
A médica, porém, que o avaliou apontou que “Heleno apresenta bom estado geral, alerta e com sinais vitais regulares. Ao exame geral, trata-se de indivíduo idoso, com aparência condizente com a idade biológica, colaborativo e com estado emocional estável”, informou em laudo.