CPI: Wizard vai depor nesta quarta e diz ter a consciência em paz
As suspeitas em torno de um suposto gabinete paralelo e de possíveis irregularidades em contratos de compra de vacinas e medicamentos pelo governo Federal, devem ser os principais temas, desta quarta-feira (30), do depoimento do empresário Carlos Wizard na CPI da Covid-19 no Senado Federal. + Veja a cobertura completa da CPI da Covid-19 no Senado […]
PORRedação SRzd29/6/2021|
3 min de leitura
Arte: SRzd
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As suspeitas em torno de um suposto gabinete paralelo e de possíveis irregularidades em contratos de compra de vacinas e medicamentos pelo governo Federal, devem ser os principais temas, desta quarta-feira (30), do depoimento do empresário Carlos Wizard na CPI da Covid-19 no Senado Federal.
Wizard havia sido convocado, inicialmente, para depor em 17 de junho, mas faltou à sessão, o que fez a CPI requisitar à Justiça Federal a apreensão de seu passaporte, medida tomada pela Polícia Federal no Aeroporto de Viracopos, em Campinas, nesta segunda-feira.
Pelo Instagram, Wizard afirmou ter desembarcado no Brasil nesta segunda, vindo dos Estados Unidos, onde estava desde o mês de março:
“Logo mais sigo a Brasília, onde farei meu depoimento na quarta-feira. Agradeço à manifestação de apoio e carinho dos amigos. Estou com a consciência em paz”, escreveu.
Wizard é apontado por oposicionistas como um dos principais integrantes do chamado gabinete paralelo e por ter, supostamente, aconselhado extraoficialmente o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na aposta de tratamentos sem comprovação científica contra o novo coronavírus:
“Logo, logo você vai ver que o Brasil vai ser forrado de medicamentos da fase inicial do tratamento, cloroquina, hidroxicloroquina”, disse Wizard em uma live da revista Istoé Dinheiro, realizada em maio.
As suspeitas em torno de um suposto gabinete paralelo e de possíveis irregularidades em contratos de compra de vacinas e medicamentos pelo governo Federal, devem ser os principais temas, desta quarta-feira (30), do depoimento do empresário Carlos Wizard na CPI da Covid-19 no Senado Federal.
Wizard havia sido convocado, inicialmente, para depor em 17 de junho, mas faltou à sessão, o que fez a CPI requisitar à Justiça Federal a apreensão de seu passaporte, medida tomada pela Polícia Federal no Aeroporto de Viracopos, em Campinas, nesta segunda-feira.
Pelo Instagram, Wizard afirmou ter desembarcado no Brasil nesta segunda, vindo dos Estados Unidos, onde estava desde o mês de março:
“Logo mais sigo a Brasília, onde farei meu depoimento na quarta-feira. Agradeço à manifestação de apoio e carinho dos amigos. Estou com a consciência em paz”, escreveu.
Wizard é apontado por oposicionistas como um dos principais integrantes do chamado gabinete paralelo e por ter, supostamente, aconselhado extraoficialmente o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na aposta de tratamentos sem comprovação científica contra o novo coronavírus:
“Logo, logo você vai ver que o Brasil vai ser forrado de medicamentos da fase inicial do tratamento, cloroquina, hidroxicloroquina”, disse Wizard em uma live da revista Istoé Dinheiro, realizada em maio.