PF investiga emenda de Flávio Bolsonaro com verba para assassino de Marielle Franco
Bastidores. A Polícia Federal investiga o envio de uma emenda parlamentar do senador Flávio Bolsonaro para uma ONG suspeita de integrar um esquema de desvio de recursos públicos ligado aos irmãos Chiquinho Brazão e Domingos Brazão, condenados pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Segundo a investigação, a emenda de R$ […]
PORRedação SRzd20/5/2026|
2 min de leitura
Flávio Bolsonaro. Foto: Arquivo/Agência Brasil
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Bastidores. A Polícia Federal investiga o envio de uma emenda parlamentar do senador Flávio Bolsonaro para uma ONG suspeita de integrar um esquema de desvio de recursos públicos ligado aos irmãos Chiquinho Brazão e Domingos Brazão, condenados pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.
Segundo a investigação, a emenda de R$ 199 mil foi destinada, em novembro de 2023, ao Instituto de Formação Profissional José Carlos Procópio (Ifop), localizado na Taquara, Zona Oeste do Rio de Janeiro, área de influência política da família Brazão.
De acordo com a PF, a articulação do repasse teria sido feita pelo policial militar da reserva Robson Calixto Fonseca, conhecido como “Peixe”, apontado como operador do grupo e também condenado por organização criminosa no caso Marielle.
Os investigadores apuram se o envio da verba fazia parte de um esquema de captação de recursos públicos por meio de organizações não-governamentais ligadas ao grupo político dos Brazão. A PF afirma que Peixe atuava nos bastidores para direcionar emendas parlamentares a entidades supostamente utilizadas para beneficiar integrantes da organização.
A investigação teve início após a quebra do sigilo telefônico de Peixe no inquérito sobre a morte de Marielle Franco. Nas mensagens analisadas, os agentes identificaram pedidos de recursos a parlamentares, além de solicitações de pagamentos, compra de bens e depósitos em contas ligadas ao grupo.
Em nota, Flávio Bolsonaro afirmou que não cabe ao parlamentar fiscalizar a aplicação dos recursos enviados por emendas e declarou que o objetivo do repasse era apoiar projetos esportivos voltados a crianças em situação de vulnerabilidade social.
Já o Ifop negou qualquer relação com Peixe ou com os irmãos Brazão e informou que os recursos foram utilizados regularmente em projetos sociais, com prestação de contas apresentada ao Ministério do Esporte.
A PF também identificou conversas entre Peixe e uma assessora do gabinete de Flávio Bolsonaro, além de novos pedidos de repasses feitos em 2024. Até o momento, não há indicação de que novos recursos tenham sido liberados.
Bastidores. A Polícia Federal investiga o envio de uma emenda parlamentar do senador Flávio Bolsonaro para uma ONG suspeita de integrar um esquema de desvio de recursos públicos ligado aos irmãos Chiquinho Brazão e Domingos Brazão, condenados pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.
Segundo a investigação, a emenda de R$ 199 mil foi destinada, em novembro de 2023, ao Instituto de Formação Profissional José Carlos Procópio (Ifop), localizado na Taquara, Zona Oeste do Rio de Janeiro, área de influência política da família Brazão.
De acordo com a PF, a articulação do repasse teria sido feita pelo policial militar da reserva Robson Calixto Fonseca, conhecido como “Peixe”, apontado como operador do grupo e também condenado por organização criminosa no caso Marielle.
Os investigadores apuram se o envio da verba fazia parte de um esquema de captação de recursos públicos por meio de organizações não-governamentais ligadas ao grupo político dos Brazão. A PF afirma que Peixe atuava nos bastidores para direcionar emendas parlamentares a entidades supostamente utilizadas para beneficiar integrantes da organização.
A investigação teve início após a quebra do sigilo telefônico de Peixe no inquérito sobre a morte de Marielle Franco. Nas mensagens analisadas, os agentes identificaram pedidos de recursos a parlamentares, além de solicitações de pagamentos, compra de bens e depósitos em contas ligadas ao grupo.
Em nota, Flávio Bolsonaro afirmou que não cabe ao parlamentar fiscalizar a aplicação dos recursos enviados por emendas e declarou que o objetivo do repasse era apoiar projetos esportivos voltados a crianças em situação de vulnerabilidade social.
Já o Ifop negou qualquer relação com Peixe ou com os irmãos Brazão e informou que os recursos foram utilizados regularmente em projetos sociais, com prestação de contas apresentada ao Ministério do Esporte.
A PF também identificou conversas entre Peixe e uma assessora do gabinete de Flávio Bolsonaro, além de novos pedidos de repasses feitos em 2024. Até o momento, não há indicação de que novos recursos tenham sido liberados.