Ex-governador de Goiás e candidato ao Senado pelo PSDB, Marco Perillo é alvo de operação da PF

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O Ministério Público Federal e a Polícia Federal deflagraram, na manhã desta sexta-feira (28), a Operação Cash Delivery em Goiás. Essa operação tem como objetivo colher provas da prática de crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa atribuída ao ex-senador e ex-governador Marconi Perillo, do PSDB, após colaborações premiadas de executivos da Odebrecht. […]

POR Redação SP 29/9/2018| 2 min de leitura

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Ex-governador de Goiás Marconi Perillo é alvo de operação da PF. Foto: Reprodução

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O Ministério Público Federal e a Polícia Federal deflagraram, na manhã desta sexta-feira (28), a Operação Cash Delivery em Goiás.

Essa operação tem como objetivo colher provas da prática de crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa atribuída ao ex-senador e ex-governador Marconi Perillo, do PSDB, após colaborações premiadas de executivos da Odebrecht.

De acordo com os investigadores, a operação tenta identificar o destino de aproximadamente R$ 12 milhões em recursos que teriam sido desviados. São cumpridos cinco mandados de prisão temporária e 14 mandados de busca e apreensão. A Polícia Federal chegou a informar que um dos mandados de prisão expedidos era contra o próprio Marconi Perillo, mas, posteriormente, a informação foi corrigida.

Candidato ao Senado, o ex-governador não poderia ser preso, pois de acordo com a legislação eleitoral, desde o dia 22 de setembro e até dois dias após pleito, nenhum dos candidatos pode ser preso ou detido, a menos que seja flagrado cometendo um crime. A chamada imunidade eleitoral de candidatos está prevista no Código Eleitoral (Lei 4.737, de 1965) e começa a valer 15 dias antes da eleição.

Além do ex-governador de Goiás, estão entre os investigados empresários, agentes públicos e doleiros. Também foi preso José Rincon, coordenador de campanha do governador de Goiás, José Eliton, do PSDB, que disputa a reeleição.

Os mandados são cumpridos nas cidades goianas de Pirenópolis, Aruanã, Aparecida de Goiânia, e Goiânia, além de Campinas e São Paulo. Cerca de 65 policiais participam das ações.

Por meio de nota, o MPF informou que a Operação Cash Delivery é um desdobramento das investigações da Operação Lava Jato, e decorre de acordos de leniência e colaboração premiada firmados pelo MPF com a Construtora Norberto Odebrecht e seus executivos.

O Ministério Público Federal e a Polícia Federal deflagraram, na manhã desta sexta-feira (28), a Operação Cash Delivery em Goiás.

Essa operação tem como objetivo colher provas da prática de crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa atribuída ao ex-senador e ex-governador Marconi Perillo, do PSDB, após colaborações premiadas de executivos da Odebrecht.

De acordo com os investigadores, a operação tenta identificar o destino de aproximadamente R$ 12 milhões em recursos que teriam sido desviados. São cumpridos cinco mandados de prisão temporária e 14 mandados de busca e apreensão. A Polícia Federal chegou a informar que um dos mandados de prisão expedidos era contra o próprio Marconi Perillo, mas, posteriormente, a informação foi corrigida.

Candidato ao Senado, o ex-governador não poderia ser preso, pois de acordo com a legislação eleitoral, desde o dia 22 de setembro e até dois dias após pleito, nenhum dos candidatos pode ser preso ou detido, a menos que seja flagrado cometendo um crime. A chamada imunidade eleitoral de candidatos está prevista no Código Eleitoral (Lei 4.737, de 1965) e começa a valer 15 dias antes da eleição.

Além do ex-governador de Goiás, estão entre os investigados empresários, agentes públicos e doleiros. Também foi preso José Rincon, coordenador de campanha do governador de Goiás, José Eliton, do PSDB, que disputa a reeleição.

Os mandados são cumpridos nas cidades goianas de Pirenópolis, Aruanã, Aparecida de Goiânia, e Goiânia, além de Campinas e São Paulo. Cerca de 65 policiais participam das ações.

Por meio de nota, o MPF informou que a Operação Cash Delivery é um desdobramento das investigações da Operação Lava Jato, e decorre de acordos de leniência e colaboração premiada firmados pelo MPF com a Construtora Norberto Odebrecht e seus executivos.

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