Ministro das Comunicações pede trégua entre Bolsonaro e Lula

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O ministro das Comunicações Fábio Faria afirmou, em entrevista ao jornal Folha De São Paulo, nesta sexta-feira (26), que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deveriam refletir. Segundo Faria, Bolsonaro e Lula possuem um inimigo comum: “Eu acho que a gente tem de desarmar. Todo mundo. […]

POR Redação SRzd 26/3/2021| 1 min de leitura

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Fábio Faria. Foto: Agência Câmara

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O ministro das Comunicações Fábio Faria afirmou, em entrevista ao jornal Folha De São Paulo, nesta sexta-feira (26), que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deveriam refletir.

Segundo Faria, Bolsonaro e Lula possuem um inimigo comum: “Eu acho que a gente tem de desarmar. Todo mundo. O momento é de desarmar, porque o inimigo seu é o meu. O inimigo do Lula é o mesmo inimigo do Bolsonaro. É o vírus. Então, por que a população está desacreditada?”, perguntou.

Sobre as eleições 2022, o ministro disse que a elegibilidade de Lula não altera o cenário de disputa para Bolsonaro, mas prejudica o centrão:

“O efeito Lula não muda nada no PT ou no Bolsonaro. O PT continua como um player de oposição que tem capilaridade em todos os estados e municípios. Para o centrão, mudou muito. Quando você tem dois políticos populares, o mais popular da direita e o mais popular da esquerda, você não dá espaço para uma candidatura de centro, é esmagada logo na saída”, opinou.

O ministro das Comunicações Fábio Faria afirmou, em entrevista ao jornal Folha De São Paulo, nesta sexta-feira (26), que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deveriam refletir.

Segundo Faria, Bolsonaro e Lula possuem um inimigo comum: “Eu acho que a gente tem de desarmar. Todo mundo. O momento é de desarmar, porque o inimigo seu é o meu. O inimigo do Lula é o mesmo inimigo do Bolsonaro. É o vírus. Então, por que a população está desacreditada?”, perguntou.

Sobre as eleições 2022, o ministro disse que a elegibilidade de Lula não altera o cenário de disputa para Bolsonaro, mas prejudica o centrão:

“O efeito Lula não muda nada no PT ou no Bolsonaro. O PT continua como um player de oposição que tem capilaridade em todos os estados e municípios. Para o centrão, mudou muito. Quando você tem dois políticos populares, o mais popular da direita e o mais popular da esquerda, você não dá espaço para uma candidatura de centro, é esmagada logo na saída”, opinou.

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