PCdoB, de Manuela D’Ávila, faz fusão com PPL para evitar extinção
O Partido Comunista do Brasil (PCdoB) vai se fundir com o Partido Pátria Livre (PPL), neste domingo (2), para superar a cláusula de barreira e não correr riscos de extinção. O PCdoB é o partido de Manuela D’Ávila, vice-presidente na chapa de Fernando Haddad (PT) nas eleições presidenciais de 2018. De acordo com a coluna […]
PORRedação SRzd2/12/2018|
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Manuela D’Ávila. Foto: PCdoB
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O Partido Comunista do Brasil (PCdoB) vai se fundir com o Partido Pátria Livre (PPL), neste domingo (2), para superar a cláusula de barreira e não correr riscos de extinção. O PCdoB é o partido de Manuela D’Ávila, vice-presidente na chapa de Fernando Haddad (PT) nas eleições presidenciais de 2018.
De acordo com a coluna ‘Painel’, da Folha de S. Paulo, o PCdoB quer formar uma frente democrática liderada por Manuela e Flávio Dino, governador reeleito no Maranhão.
A regra da cláusula de barreira foi aplicada nas eleições de 2018. Cada partido precisaria conseguir pelo menos 1,5% dos votos válidos, distribuídos em, ao menos, nove unidades da federação. Uma outra opção era eleger, no mínimo, nove deputados distribuídos em pelo menos nove estados da nação.
Caso essas exigências não tenham sido atingidas, a sigla pode ficar sem recursos de fundo partidário e sem tempo de propaganda gratuita, o que influencia diretamente na sobrevivência do partido.
O Partido Comunista do Brasil (PCdoB) vai se fundir com o Partido Pátria Livre (PPL), neste domingo (2), para superar a cláusula de barreira e não correr riscos de extinção. O PCdoB é o partido de Manuela D’Ávila, vice-presidente na chapa de Fernando Haddad (PT) nas eleições presidenciais de 2018.
De acordo com a coluna ‘Painel’, da Folha de S. Paulo, o PCdoB quer formar uma frente democrática liderada por Manuela e Flávio Dino, governador reeleito no Maranhão.
A regra da cláusula de barreira foi aplicada nas eleições de 2018. Cada partido precisaria conseguir pelo menos 1,5% dos votos válidos, distribuídos em, ao menos, nove unidades da federação. Uma outra opção era eleger, no mínimo, nove deputados distribuídos em pelo menos nove estados da nação.
Caso essas exigências não tenham sido atingidas, a sigla pode ficar sem recursos de fundo partidário e sem tempo de propaganda gratuita, o que influencia diretamente na sobrevivência do partido.