Pesquisa PoderData: aumenta a rejeição ao governo Bolsonaro; veja os números
A pesquisa PoderData divulgada na noite desta quarta-feira (31), realizada entre os dias 29 e 31 de março, com 3.500 pessoas, indica o crescimento da rejeição do governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). A gestão é rejeitada por 59% dos eleitores, um crescimento de cinco pontos em comparação aos 54% da pesquisa de duas […]
PORRedação SRzd31/3/2021|
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Jair Bolsonaro no estado do Ceará. Foto: Clauber Cleber Caetano/PR
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A pesquisa PoderData divulgada na noite desta quarta-feira (31), realizada entre os dias 29 e 31 de março, com 3.500 pessoas, indica o crescimento da rejeição do governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
A gestão é rejeitada por 59% dos eleitores, um crescimento de cinco pontos em comparação aos 54% da pesquisa de duas semanas atrás. Essa é a taxa mais alta registrada desde o início da pandemia. Os que aprovam o governo eram 32% há duas semanas e, agora são 33%, o que indica estabilidade na avaliação positiva.
A pesquisa foi feita pela divisão de estudos estatísticos do site Poder360 em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes. As entrevistas abrangem 541 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, para mais, ou para menos.
+ veja o resultado do levantamento:
A pesquisa PoderData divulgada na noite desta quarta-feira (31), realizada entre os dias 29 e 31 de março, com 3.500 pessoas, indica o crescimento da rejeição do governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
A gestão é rejeitada por 59% dos eleitores, um crescimento de cinco pontos em comparação aos 54% da pesquisa de duas semanas atrás. Essa é a taxa mais alta registrada desde o início da pandemia. Os que aprovam o governo eram 32% há duas semanas e, agora são 33%, o que indica estabilidade na avaliação positiva.
A pesquisa foi feita pela divisão de estudos estatísticos do site Poder360 em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes. As entrevistas abrangem 541 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, para mais, ou para menos.