PF: TH Joias tinha Rodrigo Bacellar como 01 em sua lista de contatos
Rio. O presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar (UB), foi preso na manhã desta quarta-feira (3), pela Polícia Federal. Ele acusado de ter vazado informações sigilosas da Operação Zargun, em que o então deputado estadual Thiego Raimundo dos Santos Silva, o TH Joias, do MDB, foi detido, acusado […]
PORRedação SRzd3/12/2025|
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TH Joias e Rodrigo Bacellar. Acervo pessoal
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Rio. O presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar (UB), foi preso na manhã desta quarta-feira (3), pela Polícia Federal.
Ele acusado de ter vazado informações sigilosas da Operação Zargun, em que o então deputado estadual Thiego Raimundo dos Santos Silva, o TH Joias, do MDB, foi detido, acusado de ter envolvimento com tráfico de drogas, corrupção e lavagem de dinheiro, além de negociar armas para o Comando Vermelho.
Agentes cumprem mandados de busca e apreensão na Alerj e na residência do parlamentar.
Ele foi preso dentro da Superintendência da PF no Rio, na Praça Mauá, e permanecerá a noite lá.
Na tarde de 2 de setembro, véspera da Operação Zargun, Bacellar ligou para TH Joias e o orientou a destruir provas.
Para a PF, a “atuação de agentes públicos envolvidos no vazamento de informações sigilosas culminou com a obstrução da investigação realizada no âmbito da Operação Zargun”.
No pedido de prisão de Bacellar, a Polícia Federal apresentou provas que apontam uma relação estreita entre o parlamentar e TH Joias.
Em trocas de mensagens obtidas pela PF, TH se refere a Bacellar como “01” e inclui o telefone do deputado em uma lista de “comunicação urgente”.
“Bacellar é o primeiro contato da lista de comunicação urgente enviada pelo próprio TH Joias, evidenciando a importância e a premente necessidade do investigado em se comunicar com o parlamentar, que exerce atualmente a Presidência da Alerj”, diz trecho da denúncia.
“Os fatos narrados pela Polícia Federal são gravíssimos, indicando que Rodrigo Bacellar estaria atuando ativamente pela obstrução de investigações envolvendo facção criminosa e ações contra o crime organizado, inclusive com influência no Poder Executivo estadual, capazes de interferência indevida nas investigações da organização criminosa”, escreveu o ministro Alexandre de Moraes na decisão que determinou a prisão do presidente da Alerj.
Rio. O presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar (UB), foi preso na manhã desta quarta-feira (3), pela Polícia Federal.
Ele acusado de ter vazado informações sigilosas da Operação Zargun, em que o então deputado estadual Thiego Raimundo dos Santos Silva, o TH Joias, do MDB, foi detido, acusado de ter envolvimento com tráfico de drogas, corrupção e lavagem de dinheiro, além de negociar armas para o Comando Vermelho.
Agentes cumprem mandados de busca e apreensão na Alerj e na residência do parlamentar.
Ele foi preso dentro da Superintendência da PF no Rio, na Praça Mauá, e permanecerá a noite lá.
Na tarde de 2 de setembro, véspera da Operação Zargun, Bacellar ligou para TH Joias e o orientou a destruir provas.
Para a PF, a “atuação de agentes públicos envolvidos no vazamento de informações sigilosas culminou com a obstrução da investigação realizada no âmbito da Operação Zargun”.
No pedido de prisão de Bacellar, a Polícia Federal apresentou provas que apontam uma relação estreita entre o parlamentar e TH Joias.
Em trocas de mensagens obtidas pela PF, TH se refere a Bacellar como “01” e inclui o telefone do deputado em uma lista de “comunicação urgente”.
“Bacellar é o primeiro contato da lista de comunicação urgente enviada pelo próprio TH Joias, evidenciando a importância e a premente necessidade do investigado em se comunicar com o parlamentar, que exerce atualmente a Presidência da Alerj”, diz trecho da denúncia.
“Os fatos narrados pela Polícia Federal são gravíssimos, indicando que Rodrigo Bacellar estaria atuando ativamente pela obstrução de investigações envolvendo facção criminosa e ações contra o crime organizado, inclusive com influência no Poder Executivo estadual, capazes de interferência indevida nas investigações da organização criminosa”, escreveu o ministro Alexandre de Moraes na decisão que determinou a prisão do presidente da Alerj.