Policial que pagou boleto de Flávio Bolsonaro movimentou quantias ‘incompatíveis’ com a renda, diz MPF

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O Ministério Público Federal (MPF) informou que o policial militar Diego Sodré de Castro Ambrósio, suspeito de envolvimento no esquema de rachadinhas no gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio, movimentou em suas contas bancárias “quantias em espécie incompatíveis com o cargo que ocupa”. De acordo com o procurador Sérgio Pinel, que investigou […]

POR Redação SRzd 16/6/2020| 2 min de leitura

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Flávio Bolsonaro. Foto: Reprodução

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O Ministério Público Federal (MPF) informou que o policial militar Diego Sodré de Castro Ambrósio, suspeito de envolvimento no esquema de rachadinhas no gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio, movimentou em suas contas bancárias “quantias em espécie incompatíveis com o cargo que ocupa”.

De acordo com o procurador Sérgio Pinel, que investigou as suspeitas envolvendo Flávio e Ambrósio, o relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sobre transações financeiras do militar mostrou o pagamento de um boleto em nome de Fernanda Bolsonaro, mulher de Flávio, no valor de R$ 16,5 mil feito pelo policial em 2016.

Segundo o jornal “O Globo”, a investigação foi transferida para o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) junto com a investigação sobre possível lavagem de dinheiro por parte do senador em negociações imobiliárias, a qual o MPF também entendeu ser de atribuição estadual.

Em dezembro de 2019, Flávio Bolsonaro gravou um vídeo dizendo que não havia cometido irregularidades e lavagem de dinheiro. O senador disse que o pagamento do boleto de R$ 16,5 mil ocorreu porque ele esqueceu de efetuar o pagamento e só se deu conta quando as agências bancárias já estavam fechadas. Desse modo Ambrósio o ajudou.










O Ministério Público Federal (MPF) informou que o policial militar Diego Sodré de Castro Ambrósio, suspeito de envolvimento no esquema de rachadinhas no gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio, movimentou em suas contas bancárias “quantias em espécie incompatíveis com o cargo que ocupa”.

De acordo com o procurador Sérgio Pinel, que investigou as suspeitas envolvendo Flávio e Ambrósio, o relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sobre transações financeiras do militar mostrou o pagamento de um boleto em nome de Fernanda Bolsonaro, mulher de Flávio, no valor de R$ 16,5 mil feito pelo policial em 2016.

Segundo o jornal “O Globo”, a investigação foi transferida para o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) junto com a investigação sobre possível lavagem de dinheiro por parte do senador em negociações imobiliárias, a qual o MPF também entendeu ser de atribuição estadual.

Em dezembro de 2019, Flávio Bolsonaro gravou um vídeo dizendo que não havia cometido irregularidades e lavagem de dinheiro. O senador disse que o pagamento do boleto de R$ 16,5 mil ocorreu porque ele esqueceu de efetuar o pagamento e só se deu conta quando as agências bancárias já estavam fechadas. Desse modo Ambrósio o ajudou.










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