Presidente Lula confirma indicação de Flávio Dino ao STF e nome de novo PGR

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Bastidores. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) indicou o ministro da Justiça, Flávio Dino, para vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) deixada por Rosa Weber, que se aposentou em setembro. Lula também indicou Paulo Gonet para a chefia da Procuradoria Geral da República. Os dois nomes serão sabatinados pela Comissão de Constituição e […]

POR Redação SRzd 27/11/2023| 2 min de leitura

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Presidente Lula confirma indicação de Flávio Dino ao STF e nome de novo PGR. Foto: Ricardo Stuckert

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Bastidores. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) indicou o ministro da Justiça, Flávio Dino, para vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) deixada por Rosa Weber, que se aposentou em setembro. Lula também indicou Paulo Gonet para a chefia da Procuradoria Geral da República.

Os dois nomes serão sabatinados pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), presidida por Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Após essa etapa, os nomes são submetidos ao plenário da Casa. Pelas redes sociais, Dino comentou a indicação de Lula.

Atual ministro da Justiça e Segurança Pública, o maranhense Flávio Dino tem 55 anos e ampla experiência no setores público e privado. Graduado em direito pela Universidade Federal do Maranhão em 1991 e mestre pela Universidade Federal de Pernambuco em 2001, já atuou como advogado, professor, político e magistrado. Foi eleito senador da República no pleito de 2022 e exerceu os cargos de governador do Maranhão (2015 a 2022), deputado federal (2007 a 2014) e presidente da Embratur (2011 a 2014). Entre 1994 e 2006, ocupou a função de Juiz Federal da 1ª Região e foi presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil de 2000 a 2002.

Nascido em 16 de agosto de 1961 no Rio de Janeiro, Paulo Gustavo Gonet Branco graduou-se em Direito pela Universidade de Brasília (UnB) em 1982, concluindo mestrado em Direitos Humanos na Universidade de Essex em 1990 e doutorado em Direito, Estado e Constituição na UnB em 2008. Com Gilmar Ferreira Mendes e Inocêncio Mártires Coelho, fundou em 1998, em Brasília, o Instituto Brasiliense de Direito Público, atual Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP). Tem trajetória no Ministério Público Federal desde 1987, atuando como subprocurador-geral da República. Desde julho de 2021, é vice-procurador-geral eleitoral.

 

Bastidores. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) indicou o ministro da Justiça, Flávio Dino, para vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) deixada por Rosa Weber, que se aposentou em setembro. Lula também indicou Paulo Gonet para a chefia da Procuradoria Geral da República.

Os dois nomes serão sabatinados pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), presidida por Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Após essa etapa, os nomes são submetidos ao plenário da Casa. Pelas redes sociais, Dino comentou a indicação de Lula.

Atual ministro da Justiça e Segurança Pública, o maranhense Flávio Dino tem 55 anos e ampla experiência no setores público e privado. Graduado em direito pela Universidade Federal do Maranhão em 1991 e mestre pela Universidade Federal de Pernambuco em 2001, já atuou como advogado, professor, político e magistrado. Foi eleito senador da República no pleito de 2022 e exerceu os cargos de governador do Maranhão (2015 a 2022), deputado federal (2007 a 2014) e presidente da Embratur (2011 a 2014). Entre 1994 e 2006, ocupou a função de Juiz Federal da 1ª Região e foi presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil de 2000 a 2002.

Nascido em 16 de agosto de 1961 no Rio de Janeiro, Paulo Gustavo Gonet Branco graduou-se em Direito pela Universidade de Brasília (UnB) em 1982, concluindo mestrado em Direitos Humanos na Universidade de Essex em 1990 e doutorado em Direito, Estado e Constituição na UnB em 2008. Com Gilmar Ferreira Mendes e Inocêncio Mártires Coelho, fundou em 1998, em Brasília, o Instituto Brasiliense de Direito Público, atual Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP). Tem trajetória no Ministério Público Federal desde 1987, atuando como subprocurador-geral da República. Desde julho de 2021, é vice-procurador-geral eleitoral.

 

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