RIO: Deputada Lucinha (PSD) virá ré por suspeita de envolvimento com milícia

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Alerj. O órgão especial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decidiu, nesta segunda-feira (15), tornar ré a deputada Estadual Lucinha (PSD). A acusação é de envolvimento com uma milícia e a decisão foi tomada por 13 votos a 8. Em junho de 2024, a parlamentar e sua ex-assessora, Ariane Afonso Lima, foram denunciadas […]

POR Redação SRzd 15/12/2025| 1 min de leitura

Lucinha. Foto: Divulgação/Alerj

Lucinha. Foto: Divulgação/Alerj

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Alerj. O órgão especial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decidiu, nesta segunda-feira (15), tornar ré a deputada Estadual Lucinha (PSD). A acusação é de envolvimento com uma milícia e a decisão foi tomada por 13 votos a 8.

Em junho de 2024, a parlamentar e sua ex-assessora, Ariane Afonso Lima, foram denunciadas pelo Ministério Público do Rio (MPRJ) por suspeita de integrar milícia comandada por Luís Antônio da Silva Braga, o Zinho, preso no final de 2023.

De acordo com as investigações, Lucinha fazia parte do núcleo político da organização criminosa.

Parentes de milicianos condenados e outros nomes envolvidos com a organização criminosa também foram empregados em gabinetes e instâncias da Alerj, segundo o MP.

A pena por formação de milícia privada pode variar de 5 a 10 anos de prisão e multa, além da perda da função pública.

Rodapé - brasil

Alerj. O órgão especial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decidiu, nesta segunda-feira (15), tornar ré a deputada Estadual Lucinha (PSD). A acusação é de envolvimento com uma milícia e a decisão foi tomada por 13 votos a 8.

Em junho de 2024, a parlamentar e sua ex-assessora, Ariane Afonso Lima, foram denunciadas pelo Ministério Público do Rio (MPRJ) por suspeita de integrar milícia comandada por Luís Antônio da Silva Braga, o Zinho, preso no final de 2023.

De acordo com as investigações, Lucinha fazia parte do núcleo político da organização criminosa.

Parentes de milicianos condenados e outros nomes envolvidos com a organização criminosa também foram empregados em gabinetes e instâncias da Alerj, segundo o MP.

A pena por formação de milícia privada pode variar de 5 a 10 anos de prisão e multa, além da perda da função pública.

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