SP: Médico responsável por Lula explica quadro atual de saúde do presidente

  • Icon instagram_blue
  • Icon youtube_blue
  • Icon x_blue
  • Icon facebook_blue
  • Icon google_blue

Política. O médico do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Roberto Kalil, afirmou nesta quarta-feira (11) em coletiva de imprensa que o novo procedimento que será realizado no petista já estava sendo discutido pela equipe, porém, diferente do informado anteriormente, foi decidido apenas hoje. Trata-se de uma intervenção considerada de baixo risco, […]

POR Redação SRzd 11/12/2024| 2 min de leitura

Lula em entrevista à CBN Recife. Foto: Reprodução de vídeo

Lula em entrevista à CBN Recife. Foto: Reprodução de vídeo

| Siga-nos Google News

Política. O médico do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Roberto Kalil, afirmou nesta quarta-feira (11) em coletiva de imprensa que o novo procedimento que será realizado no petista já estava sendo discutido pela equipe, porém, diferente do informado anteriormente, foi decidido apenas hoje.

Trata-se de uma intervenção considerada de baixo risco, relativamente simples e visa evitar novo sangramento, segundo Kalil.

“Já estava sendo discutido como complemento. Esse tipo de embolização é um tipo de cateterismo. Ele vai embolizar a artéria meníngea porque, quando você drena o hematoma, existe uma pequena possibilidade de, no futuro, as pequenas artérias da meninge ainda causarem um pequeno sangramento”, explicou.

A técnica é minimamente invasiva e trata o hematoma subdural crônico, uma condição em que o sangue se acumula entre o cérebro e seu tecido protetor (veja o que disse o médico):

Rodapé - brasil

Política. O médico do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Roberto Kalil, afirmou nesta quarta-feira (11) em coletiva de imprensa que o novo procedimento que será realizado no petista já estava sendo discutido pela equipe, porém, diferente do informado anteriormente, foi decidido apenas hoje.

Trata-se de uma intervenção considerada de baixo risco, relativamente simples e visa evitar novo sangramento, segundo Kalil.

“Já estava sendo discutido como complemento. Esse tipo de embolização é um tipo de cateterismo. Ele vai embolizar a artéria meníngea porque, quando você drena o hematoma, existe uma pequena possibilidade de, no futuro, as pequenas artérias da meninge ainda causarem um pequeno sangramento”, explicou.

A técnica é minimamente invasiva e trata o hematoma subdural crônico, uma condição em que o sangue se acumula entre o cérebro e seu tecido protetor (veja o que disse o médico):

Rodapé - brasil

Notícias Relacionadas

Ver tudo