Prefeito que matou policial durante vaquejada é preso em São Luís

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Maranhão. O prefeito de Igarapé Grande (MA), João Vitor Xavier (PDT), foi preso na manhã desta terça-feira (15) em São Luís, após ter matado o policial militar Geidson Thiago da Silva, conhecido como “Dos Santos”, durante uma vaquejada no município de Trizidela do Vale, no dia 6 de julho. A prisão preventiva foi determinada pela […]

POR Redação SRzd 15/7/2025| 2 min de leitura

Prefeito que matou policial durante vaquejada é preso em São Luís. Foto: Reprodução de vídeo

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Maranhão. O prefeito de Igarapé Grande (MA), João Vitor Xavier (PDT), foi preso na manhã desta terça-feira (15) em São Luís, após ter matado o policial militar Geidson Thiago da Silva, conhecido como “Dos Santos”, durante uma vaquejada no município de Trizidela do Vale, no dia 6 de julho. A prisão preventiva foi determinada pela Justiça para garantir a ordem pública e possibilitar a apreensão da arma usada no crime, que ainda não foi localizada.

Segundo testemunhas, o crime teria sido motivado por uma discussão sobre os faróis do carro do prefeito, que estariam incomodando os presentes no evento. Após o policial pedir que diminuísse a intensidade da luz, João Vitor teria sacado um revólver calibre .38 e efetuado cerca de cinco disparos, possivelmente pelas costas, segundo a Polícia Civil. O PM foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.

João Vitor chegou a se apresentar à polícia um dia após o crime, mas foi liberado por não estar em flagrante. Uma semana depois, com a ordem de prisão preventiva expedida pelo juiz Luiz Emilio Braúna Bittencourt Júnior, o prefeito se entregou à Polícia Civil e foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exame de corpo de delito.

A defesa do prefeito afirma que ele agiu em legítima defesa, alegando que o policial teria sacado uma arma antes. No entanto, essa versão é contestada pelas testemunhas e pela polícia. O revólver usado no crime não possui registro e, segundo João Vitor, teria sido um presente de um eleitor.

Após o ocorrido, o prefeito pediu licença remunerada do cargo por 125 dias, alegando abalo psicológico e necessidade de cuidados médicos, inclusive psiquiátricos. Durante esse período, ele continua recebendo o salário de R$ 13.256,08. A vice-prefeita, Maria Etelvina, assumiu interinamente a gestão do município.

A Polícia Civil segue investigando o caso. João Vitor ainda não foi formalmente indiciado, mas por ter foro privilegiado, caso o processo avance, deverá ser julgado por tribunais superiores.

Rodapé - brasil

Maranhão. O prefeito de Igarapé Grande (MA), João Vitor Xavier (PDT), foi preso na manhã desta terça-feira (15) em São Luís, após ter matado o policial militar Geidson Thiago da Silva, conhecido como “Dos Santos”, durante uma vaquejada no município de Trizidela do Vale, no dia 6 de julho. A prisão preventiva foi determinada pela Justiça para garantir a ordem pública e possibilitar a apreensão da arma usada no crime, que ainda não foi localizada.

Segundo testemunhas, o crime teria sido motivado por uma discussão sobre os faróis do carro do prefeito, que estariam incomodando os presentes no evento. Após o policial pedir que diminuísse a intensidade da luz, João Vitor teria sacado um revólver calibre .38 e efetuado cerca de cinco disparos, possivelmente pelas costas, segundo a Polícia Civil. O PM foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.

João Vitor chegou a se apresentar à polícia um dia após o crime, mas foi liberado por não estar em flagrante. Uma semana depois, com a ordem de prisão preventiva expedida pelo juiz Luiz Emilio Braúna Bittencourt Júnior, o prefeito se entregou à Polícia Civil e foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exame de corpo de delito.

A defesa do prefeito afirma que ele agiu em legítima defesa, alegando que o policial teria sacado uma arma antes. No entanto, essa versão é contestada pelas testemunhas e pela polícia. O revólver usado no crime não possui registro e, segundo João Vitor, teria sido um presente de um eleitor.

Após o ocorrido, o prefeito pediu licença remunerada do cargo por 125 dias, alegando abalo psicológico e necessidade de cuidados médicos, inclusive psiquiátricos. Durante esse período, ele continua recebendo o salário de R$ 13.256,08. A vice-prefeita, Maria Etelvina, assumiu interinamente a gestão do município.

A Polícia Civil segue investigando o caso. João Vitor ainda não foi formalmente indiciado, mas por ter foro privilegiado, caso o processo avance, deverá ser julgado por tribunais superiores.

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