Presidente do STM, general Mattos diz que oposição ‘está esticando a corda demais’

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O Presidente do Superior Tribunal Militar, general Luis Carlos Gomes Mattos, concedeu entrevista para o jornalista Rafael Moraes Moura, da revista Veja, divulgada nesta sexta-feira (18). Aos 73 anos, comanda a Corte que é responsável por julgar crimes cometidos por membros das Forças Armadas no Brasil. Mattos elogiou o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, que […]

POR Redação SRzd 18/6/2021| 3 min de leitura

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Luis Carlos Gomes Mattos. Foto: Reprodução do YouTube

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O Presidente do Superior Tribunal Militar, general Luis Carlos Gomes Mattos, concedeu entrevista para o jornalista Rafael Moraes Moura, da revista Veja, divulgada nesta sexta-feira (18).

Aos 73 anos, comanda a Corte que é responsável por julgar crimes cometidos por membros das Forças Armadas no Brasil. Mattos elogiou o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, que teve processo recente arquivado por participar de ato com motociclistas ao lado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no Rio de Janeiro.

Sobre o presidente, também fez elogios, criticou a CPI da Covid-19 no Senado Federal e alertou para consequências da atuação da oposição ao governo Federal no país, avisando que “estão esticando a corda demais”. Veja os principais trechos:

+ CPI:

“Não tenho a menor dúvida de que a CPI não vai abalar em nada, porque nada tem a ver com as Forças Armadas. A CPI está lá no Senado (…) Eu conheço o general Pazuello. Não tenho dúvidas da competência e honestidade dele. Quebraram o seu sigilo. A família do Pazuello é rica. Ele não está no Exército por necessidade, está por gosto”.

+ Jair Bolsonaro:

“O presidente Bolsonaro é um democrata, fala com o palavreado do povo, mas nada disso com a intenção de quebrar as estruturas, destruir as instituições, dar um golpe. Que culpa o presidente tem da Covid? Como é que nós vamos culpá-lo? Ele tomou todas as providências cabíveis. Veja bem, às vezes o presidente toma uma providência e lá no final da fila o camarada não faz aquilo que era para ser feito”.

+ Oposição:

“Tudo atribuem ao presidente. Tudo de errado. Será que você aguentaria isso? Que reação eu teria? Não sei. E alguma coisa boa atribuem? O Brasil está crescendo, a economia está crescendo, mesmo com todas as dificuldades. Não tenho dúvida de que estão esticando demais a corda. De maneira geral, todos aqueles que são contra o governo… porque a política é assim: tem gente contra e tem gente a favor. Quem está contra logicamente vai esticar essa corda, como se diz, até que ela arrebente. Esses, na verdade, são os que não têm muito apreço pela democracia, os que defendem ditaduras e apoiam ditadores. Quando a corda vai arrebentar? Isso eu não sei”.

+ O que seria exatamente arrebentar a corda?

“Tomar uma medida fora da Constituição. Não tenho dúvida de que estão esticando, para ver até onde se pode ir. Tenho a certeza de que nós já suportamos muito. Nós saímos dos governos militares com a maior credibilidade institucional no país. Por quê? Porque aplicamos e não desviamos o pouco que recebemos. Essa verdade incomoda muita gente, porque, apesar de tudo o que falaram dos militares (autoritário, ditador) nós continuamos e vamos continuar cumprindo a nossa missão”.

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O Presidente do Superior Tribunal Militar, general Luis Carlos Gomes Mattos, concedeu entrevista para o jornalista Rafael Moraes Moura, da revista Veja, divulgada nesta sexta-feira (18).

Aos 73 anos, comanda a Corte que é responsável por julgar crimes cometidos por membros das Forças Armadas no Brasil. Mattos elogiou o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, que teve processo recente arquivado por participar de ato com motociclistas ao lado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no Rio de Janeiro.

Sobre o presidente, também fez elogios, criticou a CPI da Covid-19 no Senado Federal e alertou para consequências da atuação da oposição ao governo Federal no país, avisando que “estão esticando a corda demais”. Veja os principais trechos:

+ CPI:

“Não tenho a menor dúvida de que a CPI não vai abalar em nada, porque nada tem a ver com as Forças Armadas. A CPI está lá no Senado (…) Eu conheço o general Pazuello. Não tenho dúvidas da competência e honestidade dele. Quebraram o seu sigilo. A família do Pazuello é rica. Ele não está no Exército por necessidade, está por gosto”.

+ Jair Bolsonaro:

“O presidente Bolsonaro é um democrata, fala com o palavreado do povo, mas nada disso com a intenção de quebrar as estruturas, destruir as instituições, dar um golpe. Que culpa o presidente tem da Covid? Como é que nós vamos culpá-lo? Ele tomou todas as providências cabíveis. Veja bem, às vezes o presidente toma uma providência e lá no final da fila o camarada não faz aquilo que era para ser feito”.

+ Oposição:

“Tudo atribuem ao presidente. Tudo de errado. Será que você aguentaria isso? Que reação eu teria? Não sei. E alguma coisa boa atribuem? O Brasil está crescendo, a economia está crescendo, mesmo com todas as dificuldades. Não tenho dúvida de que estão esticando demais a corda. De maneira geral, todos aqueles que são contra o governo… porque a política é assim: tem gente contra e tem gente a favor. Quem está contra logicamente vai esticar essa corda, como se diz, até que ela arrebente. Esses, na verdade, são os que não têm muito apreço pela democracia, os que defendem ditaduras e apoiam ditadores. Quando a corda vai arrebentar? Isso eu não sei”.

+ O que seria exatamente arrebentar a corda?

“Tomar uma medida fora da Constituição. Não tenho dúvida de que estão esticando, para ver até onde se pode ir. Tenho a certeza de que nós já suportamos muito. Nós saímos dos governos militares com a maior credibilidade institucional no país. Por quê? Porque aplicamos e não desviamos o pouco que recebemos. Essa verdade incomoda muita gente, porque, apesar de tudo o que falaram dos militares (autoritário, ditador) nós continuamos e vamos continuar cumprindo a nossa missão”.

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