RIO: Acusada de envenenar enteada e tentar matar enteado com chumbinho vai a júri popular

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Rio. O Grupo de Atuação Especial do Tribunal do Júri do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAEJURI/MPRJ) e a 1ª Promotoria de Justiça junto ao III Tribunal do Júri da Capital levarão a julgamento, no próximo dia 04 de março, Cíntia Mariano Dias Cabral, denunciada por envenenar a própria enteada, Fernanda Cabral, de […]

POR Redação SRzd 27/2/2026| 2 min de leitura

Acusada de envenenar enteada e tentar matar enteado com chumbinho vai a júri popular

Acusada de envenenar enteada e tentar matar enteado com chumbinho vai a júri popular

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Rio. O Grupo de Atuação Especial do Tribunal do Júri do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAEJURI/MPRJ) e a 1ª Promotoria de Justiça junto ao III Tribunal do Júri da Capital levarão a julgamento, no próximo dia 04 de março, Cíntia Mariano Dias Cabral, denunciada por envenenar a própria enteada, Fernanda Cabral, de 22 anos, que morreu após 13 dias de internação, e por tentar matar o enteado, Bruno Cabral, então com 16 anos.

Segundo a denúncia do MPRJ, em 15 de março de 2022 a acusada teria colocado veneno na comida servida a Fernanda. A jovem passou mal logo após a refeição, foi hospitalizada e morreu quase duas semanas depois. Em maio do mesmo ano, a ré teria repetido o método ao servir alimento contaminado a Bruno, que sobreviveu.

O Ministério Público sustenta que há prova da materialidade e da autoria. De acordo com os autos, as duas vítimas apresentaram sintomas compatíveis com intoxicação exógena por carbamato — princípio ativo do “chumbinho”. Laudos periciais apontaram que a morte de Fernanda e as lesões sofridas por Bruno decorreram de ação química provocada por envenenamento. A acusação também sustenta que o crime foi praticado por motivo fútil, ciúmes da relação deles com o pai, Adeílson Jarbas Cabral, com quem Cíntia era casada.

O julgamento já havia sido iniciado em outubro de 2025, mas foi adiado após a defesa deixar o plenário alegando ausência de testemunha considerada imprescindível e falta de diligências.

Rodapé - brasil

Rio. O Grupo de Atuação Especial do Tribunal do Júri do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAEJURI/MPRJ) e a 1ª Promotoria de Justiça junto ao III Tribunal do Júri da Capital levarão a julgamento, no próximo dia 04 de março, Cíntia Mariano Dias Cabral, denunciada por envenenar a própria enteada, Fernanda Cabral, de 22 anos, que morreu após 13 dias de internação, e por tentar matar o enteado, Bruno Cabral, então com 16 anos.

Segundo a denúncia do MPRJ, em 15 de março de 2022 a acusada teria colocado veneno na comida servida a Fernanda. A jovem passou mal logo após a refeição, foi hospitalizada e morreu quase duas semanas depois. Em maio do mesmo ano, a ré teria repetido o método ao servir alimento contaminado a Bruno, que sobreviveu.

O Ministério Público sustenta que há prova da materialidade e da autoria. De acordo com os autos, as duas vítimas apresentaram sintomas compatíveis com intoxicação exógena por carbamato — princípio ativo do “chumbinho”. Laudos periciais apontaram que a morte de Fernanda e as lesões sofridas por Bruno decorreram de ação química provocada por envenenamento. A acusação também sustenta que o crime foi praticado por motivo fútil, ciúmes da relação deles com o pai, Adeílson Jarbas Cabral, com quem Cíntia era casada.

O julgamento já havia sido iniciado em outubro de 2025, mas foi adiado após a defesa deixar o plenário alegando ausência de testemunha considerada imprescindível e falta de diligências.

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