‘Cabeça presa em árvore’, desabafa pai de jovem morto em operação no Rio
Rio. Iago Ravel Rodrigues Rosário está entre os 121 mortos após a megaoperação policial contra o Comando Vermelho, nos Complexos do Alemão e da Penha, na última terça-feira (28). Seu pai, Alex Rosário da Costa, desabafou na porta do IML: “A cabeça do meu filho [Iago] estava presa em uma árvore”. Ao Terra, o rapaz […]
PORRedação SRzd31/10/2025|
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Corpos na Praça São Lucas. Foto: Tomaz Silva /Agência Brasil
Rio. Iago Ravel Rodrigues Rosário está entre os 121 mortos após a megaoperação policial contra o Comando Vermelho, nos Complexos do Alemão e da Penha, na última terça-feira (28).
Seu pai, Alex Rosário da Costa, desabafou na porta do IML: “A cabeça do meu filho [Iago] estava presa em uma árvore”.
Ao Terra, o rapaz disse que as pessoas que encontraram o corpo do filho revelaram que o jovem havia sido “decapitado”. Ele relatou que ao menos 13 mortos também estavam em condições parecidas.
Este e outros relatos vão para um documento que está sendo produzido pela Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. O objetivo é pressionar por investigação e perícia federal.
Nesta quinta-feira (30), o secretário de Polícia Civil, Felipe Curi, afirmou que não há certeza de que policiais tenham cortado a cabeça de um corpo que apareceu decapitado.
“Quem disse que foi a polícia?”, questionou.
A Operação Contenção consolidou-se como a mais letal da história do país, superando o Massacre do Carandiru, tragédia na qual 111 detentos morreram no Pavilhão 9 da Casa de Detenção de São Paulo, em 1992.
A divulgação oficial do Governo do Rio é de 121 mortos, sendo 4 policiais.
Rio. Iago Ravel Rodrigues Rosário está entre os 121 mortos após a megaoperação policial contra o Comando Vermelho, nos Complexos do Alemão e da Penha, na última terça-feira (28).
Seu pai, Alex Rosário da Costa, desabafou na porta do IML: “A cabeça do meu filho [Iago] estava presa em uma árvore”.
Ao Terra, o rapaz disse que as pessoas que encontraram o corpo do filho revelaram que o jovem havia sido “decapitado”. Ele relatou que ao menos 13 mortos também estavam em condições parecidas.
Este e outros relatos vão para um documento que está sendo produzido pela Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. O objetivo é pressionar por investigação e perícia federal.
Nesta quinta-feira (30), o secretário de Polícia Civil, Felipe Curi, afirmou que não há certeza de que policiais tenham cortado a cabeça de um corpo que apareceu decapitado.
“Quem disse que foi a polícia?”, questionou.
A Operação Contenção consolidou-se como a mais letal da história do país, superando o Massacre do Carandiru, tragédia na qual 111 detentos morreram no Pavilhão 9 da Casa de Detenção de São Paulo, em 1992.
A divulgação oficial do Governo do Rio é de 121 mortos, sendo 4 policiais.