Cláudio Castro: ‘Temos mais dez operações agendadas’
Rio. O governador Cláudio Castro, afirmou: “Temos mais dez operações agendadas”. Todas com autorização judicial para serem iniciadas. A declaração, que ocorre após ação que deixou 121 mortos nos complexos do Alemão e da Penha, considerada a mais letal da história do Brasil, foi compartilhada na coluna de Lauro Jardim, do jornal “O Globo”. O […]
PORRedação SRzd5/11/2025|
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Ação policial no Rio. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
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Rio. O governador Cláudio Castro, afirmou: “Temos mais dez operações agendadas”. Todas com autorização judicial para serem iniciadas.
A declaração, que ocorre após ação que deixou 121 mortos nos complexos do Alemão e da Penha, considerada a mais letal da história do Brasil, foi compartilhada na coluna de Lauro Jardim, do jornal “O Globo”.
O governador teria afirmado que em dezembro deve começar uma operação pela região de Jacarepaguá, na Zona Sudoeste da capital, e uma outra com o objetivo de retomada de territórios.
A publicação acrescentou que já na próxima semana a polícia fará operações diárias na região sudoeste da cidade e na Baixada Fluminense, visando a retirada de barricadas que as facções criminosas colocaram nas entradas das comunidades nos últimos anos.
“Não serão ocupações nas favelas (“não acredito em ocupação”), mas ações que podem guardar semelhança com a da semana passada”, diz o texto.
Rio. O governador Cláudio Castro, afirmou: “Temos mais dez operações agendadas”. Todas com autorização judicial para serem iniciadas.
A declaração, que ocorre após ação que deixou 121 mortos nos complexos do Alemão e da Penha, considerada a mais letal da história do Brasil, foi compartilhada na coluna de Lauro Jardim, do jornal “O Globo”.
O governador teria afirmado que em dezembro deve começar uma operação pela região de Jacarepaguá, na Zona Sudoeste da capital, e uma outra com o objetivo de retomada de territórios.
A publicação acrescentou que já na próxima semana a polícia fará operações diárias na região sudoeste da cidade e na Baixada Fluminense, visando a retirada de barricadas que as facções criminosas colocaram nas entradas das comunidades nos últimos anos.
“Não serão ocupações nas favelas (“não acredito em ocupação”), mas ações que podem guardar semelhança com a da semana passada”, diz o texto.