Deputado federal Marcelo Queiroz é alvo de operação policial no Rio

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Rio. A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (12), a Operação Castratio, que investiga um suposto esquema de fraudes em contratos ligados à Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa). O principal alvo é o deputado federal Marcelo Queiroz, do PSDB, que comandava a pasta na época dos contratos investigados. O parlamentar […]

POR Redação SRzd 12/5/2026| 2 min de leitura

Marcelo Queiroz. Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputado

Marcelo Queiroz. Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputado

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Rio. A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (12), a Operação Castratio, que investiga um suposto esquema de fraudes em contratos ligados à Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa).

O principal alvo é o deputado federal Marcelo Queiroz, do PSDB, que comandava a pasta na época dos contratos investigados.

O parlamentar teve o celular apreendido quando estava no Aeroporto Santos Dumont e se preparava para embarcar para Brasília.

Os contratos sob suspeita, voltados à prestação de serviços de castração e esterilização de animais, somam cerca de R$ 200 milhões.

Segundo a PF, as irregularidades comecaram no período em que Queiroz chefiou a secretaria.

“É importante frisar, desde já, que ao longo desses últimos anos, o engajamento do político com a causa animal foi decorrente, principalmente, desses contratos fraudados, gerando votos e prestígio”, diz a corporação.

A ação desta terça-feira busca cumprir 12 mandados de busca e apreensão em municípios do Rio, como Itaocara, Macaé, Niterói e na capital, e em São Paulo, nas cidades de São Roque e Mairinque.

De acordo com a investigação, foram identificados indícios de direcionamento de licitação, superfaturamento e fraude no processo de contratação firmado entre o governo estadual e uma empresa privada.

A PF apura ainda possíveis crimes de lavagem de dinheiro e atuação de organização criminosa.

Os envolvidos podem responder pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e por frustrar o caráter competitivo de licitações.

O deputado afirmou ao G1 que lamenta o vazamento de um procedimento sigiloso no qual seu nome era mencionado “com base em ilações e conjecturas, sem nenhum respaldo em fatos e provas”.

Disse ainda que todos os contratos durante a gestão dele foram assinados a partir de pregões eletrônicos.

Rodapé - brasil

Rio. A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (12), a Operação Castratio, que investiga um suposto esquema de fraudes em contratos ligados à Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa).

O principal alvo é o deputado federal Marcelo Queiroz, do PSDB, que comandava a pasta na época dos contratos investigados.

O parlamentar teve o celular apreendido quando estava no Aeroporto Santos Dumont e se preparava para embarcar para Brasília.

Os contratos sob suspeita, voltados à prestação de serviços de castração e esterilização de animais, somam cerca de R$ 200 milhões.

Segundo a PF, as irregularidades comecaram no período em que Queiroz chefiou a secretaria.

“É importante frisar, desde já, que ao longo desses últimos anos, o engajamento do político com a causa animal foi decorrente, principalmente, desses contratos fraudados, gerando votos e prestígio”, diz a corporação.

A ação desta terça-feira busca cumprir 12 mandados de busca e apreensão em municípios do Rio, como Itaocara, Macaé, Niterói e na capital, e em São Paulo, nas cidades de São Roque e Mairinque.

De acordo com a investigação, foram identificados indícios de direcionamento de licitação, superfaturamento e fraude no processo de contratação firmado entre o governo estadual e uma empresa privada.

A PF apura ainda possíveis crimes de lavagem de dinheiro e atuação de organização criminosa.

Os envolvidos podem responder pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e por frustrar o caráter competitivo de licitações.

O deputado afirmou ao G1 que lamenta o vazamento de um procedimento sigiloso no qual seu nome era mencionado “com base em ilações e conjecturas, sem nenhum respaldo em fatos e provas”.

Disse ainda que todos os contratos durante a gestão dele foram assinados a partir de pregões eletrônicos.

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