Diplomata fala sobre dor após filha morrer atropelada em Ipanema

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Rio. A diplomata Ana Patrícia Neves Abdul Hak segue se recuperando em uma cadeira de rodas após o acidente que matou sua filha, Mariana Tanaka Abdul Hak, de 20 anos, atropelada por uma van desgovernada em Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro, no último sábado (16). Mãe e filha caminhavam pela calçada na […]

POR Redação SRzd 19/5/2026| 2 min de leitura

Mariana Tanaka Abdul Hak, filha de Ibrahim Abdul Hak Neto. Foto: Reprodução de TV

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Rio. A diplomata Ana Patrícia Neves Abdul Hak segue se recuperando em uma cadeira de rodas após o acidente que matou sua filha, Mariana Tanaka Abdul Hak, de 20 anos, atropelada por uma van desgovernada em Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro, no último sábado (16).

Mãe e filha caminhavam pela calçada na esquina das ruas Visconde de Pirajá e Vinicius de Moraes quando foram atingidas pelo veículo. As duas foram socorridas e levadas para o Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea, mas Mariana não resistiu aos ferimentos e morreu no dia seguinte.

Nesta terça-feira (19), Ana Patrícia embarcou ao lado do marido, o diplomata Ibrahim Abdul Hak Neto, para São Paulo, onde será realizado o velório da jovem. Abalado, Ibrahim falou sobre a dor da perda da filha e o estado de saúde da esposa.

“A dor é dupla, pois é uma dor física e a dor emocional de perder um filho”, afirmou. “Ela era uma fonte de alegria, de amor, de juventude.”

Segundo Ibrahim, Ana Patrícia sofreu ferimentos graves, mas escapou de consequências ainda piores. Ele explicou que Mariana foi prensada contra um poste no momento do impacto.

Emocionado, o diplomata relembrou a trajetória da filha, que havia acabado de chegar ao Rio para iniciar uma nova fase da vida. Mariana morava na Europa e tinha sido contratada para trabalhar no escritório carioca da L’Oréal.

De acordo com o pai, a jovem escolheu viver no Brasil após anos acompanhando os pais em diferentes países por conta da carreira diplomática da família.

“O que ela queria era o sonho de fincar raízes, e o Rio de Janeiro era a escolha dela”, disse.

Mariana desembarcou no Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Galeão, na manhã de sábado (16). Após deixar as malas no apartamento onde passaria a morar, saiu para passear com a mãe pelas ruas de Ipanema. Pouco depois, as duas foram atropeladas na calçada. Um entregador também ficou ferido no acidente.

Muito abalado, Ibrahim tentou resumir a dimensão da perda da filha. “Foi um anjo que Deus me deu e com o qual convivemos por mais de 20 anos. A forma de ver isso é agradecer por viver esses 20 anos com ela”, afirmou aos prantos.

Rodapé - brasil

Rio. A diplomata Ana Patrícia Neves Abdul Hak segue se recuperando em uma cadeira de rodas após o acidente que matou sua filha, Mariana Tanaka Abdul Hak, de 20 anos, atropelada por uma van desgovernada em Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro, no último sábado (16).

Mãe e filha caminhavam pela calçada na esquina das ruas Visconde de Pirajá e Vinicius de Moraes quando foram atingidas pelo veículo. As duas foram socorridas e levadas para o Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea, mas Mariana não resistiu aos ferimentos e morreu no dia seguinte.

Nesta terça-feira (19), Ana Patrícia embarcou ao lado do marido, o diplomata Ibrahim Abdul Hak Neto, para São Paulo, onde será realizado o velório da jovem. Abalado, Ibrahim falou sobre a dor da perda da filha e o estado de saúde da esposa.

“A dor é dupla, pois é uma dor física e a dor emocional de perder um filho”, afirmou. “Ela era uma fonte de alegria, de amor, de juventude.”

Segundo Ibrahim, Ana Patrícia sofreu ferimentos graves, mas escapou de consequências ainda piores. Ele explicou que Mariana foi prensada contra um poste no momento do impacto.

Emocionado, o diplomata relembrou a trajetória da filha, que havia acabado de chegar ao Rio para iniciar uma nova fase da vida. Mariana morava na Europa e tinha sido contratada para trabalhar no escritório carioca da L’Oréal.

De acordo com o pai, a jovem escolheu viver no Brasil após anos acompanhando os pais em diferentes países por conta da carreira diplomática da família.

“O que ela queria era o sonho de fincar raízes, e o Rio de Janeiro era a escolha dela”, disse.

Mariana desembarcou no Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Galeão, na manhã de sábado (16). Após deixar as malas no apartamento onde passaria a morar, saiu para passear com a mãe pelas ruas de Ipanema. Pouco depois, as duas foram atropeladas na calçada. Um entregador também ficou ferido no acidente.

Muito abalado, Ibrahim tentou resumir a dimensão da perda da filha. “Foi um anjo que Deus me deu e com o qual convivemos por mais de 20 anos. A forma de ver isso é agradecer por viver esses 20 anos com ela”, afirmou aos prantos.

Rodapé - brasil

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