Festa do tetra do Flamengo tem confusão, arrastões, furtos e centenas de atendimentos médicos

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RIO. A festa dos torcedores do Flamengo pelo tetra da Copa Libertadores acabou em confusão, na tarde deste domingo (30), no Centro do Rio. Policiais militares jogaram bombas de gás lacrimogênio e atiraram com balas de borracha para dispersar as pessoas que estavam concentradas no local. Pelo menos, duas pessoas foram socorridas em macas e […]

POR Redação SRzd 30/11/2025| 3 min de leitura

Festa do tetra do Flamengo tem confusão, arrastões, furtos e centenas de atendimentos médicos

Festa do tetra do Flamengo tem confusão, arrastões, furtos e centenas de atendimentos médicos

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RIO. A festa dos torcedores do Flamengo pelo tetra da Copa Libertadores acabou em confusão, na tarde deste domingo (30), no Centro do Rio.

Policiais militares jogaram bombas de gás lacrimogênio e atiraram com balas de borracha para dispersar as pessoas que estavam concentradas no local.

Pelo menos, duas pessoas foram socorridas em macas e levadas para o Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro.

Em nota, a Secretaria da Polícia Militar informou que a ação de seus policiais foi para “manter a integridade de todos os presentes e assegurar que o percurso da comitiva fosse concluído sem incidentes” .

Na tarde deste domingo, a 5ª DP (Gomes Freire) já contabilizava cinco ocorrências de furto de telefone, e a expectativa — segundo um agente da Polícia Militar que acompanhava o movimento — era que mais vítimas chegassem ao longo do dia.

O posto de atendimento médico da Praça XV estava sem energia energia elétrica, desde às 11h, encaminhando a alta demanda para um espaço improvisado ar ao livre e às ambulâncias no entorno.

A tenda principal para atendimento médico — equipada com 10 leitos e 12 cadeiras — deixou de funcionar por conta de um problema no gerador de energia, segundo uma bombeira civil. Mesmo assim, de acordo com o chefe médico do posto, Leonardo Sartore, a equipe realizou entre 250 e 300 atendimentos ao longo da manhã — a maior parte motivada por mal-estar devido às altas temperaturas — nos ambientes alternativos.

“Com certeza (a falta de energia na tenda principal) atrapalha. Mas conseguimos solucionar de forma provisória aqui fora. Improvisamos quase um hospital de campanha para atender da melhor forma possível”, disse o chefe médico.

O domingo foi quente, com poucas nuvens no céu e ventos fracos, segundo o Centro de Operações Rio.

A temperatura máxima prevista para o dia era de 34°C, mas a sensação é superior. Principalmente na aglomeração de cerca de 100 mil pessoas, na comemoração.

Rodapé - brasil

RIO. A festa dos torcedores do Flamengo pelo tetra da Copa Libertadores acabou em confusão, na tarde deste domingo (30), no Centro do Rio.

Policiais militares jogaram bombas de gás lacrimogênio e atiraram com balas de borracha para dispersar as pessoas que estavam concentradas no local.

Pelo menos, duas pessoas foram socorridas em macas e levadas para o Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro.

Em nota, a Secretaria da Polícia Militar informou que a ação de seus policiais foi para “manter a integridade de todos os presentes e assegurar que o percurso da comitiva fosse concluído sem incidentes” .

Na tarde deste domingo, a 5ª DP (Gomes Freire) já contabilizava cinco ocorrências de furto de telefone, e a expectativa — segundo um agente da Polícia Militar que acompanhava o movimento — era que mais vítimas chegassem ao longo do dia.

O posto de atendimento médico da Praça XV estava sem energia energia elétrica, desde às 11h, encaminhando a alta demanda para um espaço improvisado ar ao livre e às ambulâncias no entorno.

A tenda principal para atendimento médico — equipada com 10 leitos e 12 cadeiras — deixou de funcionar por conta de um problema no gerador de energia, segundo uma bombeira civil. Mesmo assim, de acordo com o chefe médico do posto, Leonardo Sartore, a equipe realizou entre 250 e 300 atendimentos ao longo da manhã — a maior parte motivada por mal-estar devido às altas temperaturas — nos ambientes alternativos.

“Com certeza (a falta de energia na tenda principal) atrapalha. Mas conseguimos solucionar de forma provisória aqui fora. Improvisamos quase um hospital de campanha para atender da melhor forma possível”, disse o chefe médico.

O domingo foi quente, com poucas nuvens no céu e ventos fracos, segundo o Centro de Operações Rio.

A temperatura máxima prevista para o dia era de 34°C, mas a sensação é superior. Principalmente na aglomeração de cerca de 100 mil pessoas, na comemoração.

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