Filha de Piruinha é solta após conseguir habeas corpus
Rio. A filha do contraventor Piruinha, Monalliza Neves Escafura, de 29 anos, obteve um habeas corpus e foi solta. A decisão é da 7ª Câmara Criminal do Rio de Janeiro e os desembargadores, por unanimidade de votos, concederam parcialmente o HC apresentado pela defesa, e substituíram a prisão preventiva por medidas cautelares. Monalliza estava custodiada no […]
PORRedação SRzd24/7/2024|
2 min de leitura
Piruinha. Foto: Reprodução/TV Globo
| Siga-nos
Rio. A filha do contraventor Piruinha, Monalliza Neves Escafura, de 29 anos, obteve um habeas corpus e foi solta.
A decisão é da 7ª Câmara Criminal do Rio de Janeiro e os desembargadores, por unanimidade de votos, concederam parcialmente o HC apresentado pela defesa, e substituíram a prisão preventiva por medidas cautelares. Monalliza estava custodiada no Instituto Penal Djanira Dolores de Oliveira, em Bangu, Zona Oeste.
Presa desde 19 de junho, acusada dos crimes de extorsão e lavagem de dinheiro, Monalliza deverá comparecer periodicamente à Justiça; está proibida de manter contato com pessoas específicas e de ausentar-se da capital quando a permanência seja conveniente ou necessária para a investigação. O caso tramita em segredo de justiça.
Monalliza foi presa durante uma operação da Polícia Federal no Morro do Vidigal, Zona Sul. Ela estava foragida, denunciada pelo Ministério Público do Rio (MPRJ) por extorsões e por integrar uma organização criminosa.
Em outro caso, José Caruzzo Escafura, o Piruinha, Monalliza e o policial militar Jeckson Pereira foram denunciados por envolvimento na morte de Natalino José do Nascimento Espínola, neto de Natal da Portela, patrono da escola de samba, em julho de 2021, por conta de uma dívida. Os três foram absolvidos pelo júri em abril deste ano.
Segundo os investigadores, Monalliza se tornou a “gestora” dos negócios dos Escafura e passou a buscar, sem sucesso, o ressarcimento dos prejuízos.
José Caruzzo Escafura é apontado como chefe do domínio do jogo do bicho explorado em diversas regiões da cidade, em especial nos bairros de Madureira, Abolição, Cascadura, Maria da Graça, Piedade e Inhaúma, na Zona Norte.
Rio. A filha do contraventor Piruinha, Monalliza Neves Escafura, de 29 anos, obteve um habeas corpus e foi solta.
A decisão é da 7ª Câmara Criminal do Rio de Janeiro e os desembargadores, por unanimidade de votos, concederam parcialmente o HC apresentado pela defesa, e substituíram a prisão preventiva por medidas cautelares. Monalliza estava custodiada no Instituto Penal Djanira Dolores de Oliveira, em Bangu, Zona Oeste.
Presa desde 19 de junho, acusada dos crimes de extorsão e lavagem de dinheiro, Monalliza deverá comparecer periodicamente à Justiça; está proibida de manter contato com pessoas específicas e de ausentar-se da capital quando a permanência seja conveniente ou necessária para a investigação. O caso tramita em segredo de justiça.
Monalliza foi presa durante uma operação da Polícia Federal no Morro do Vidigal, Zona Sul. Ela estava foragida, denunciada pelo Ministério Público do Rio (MPRJ) por extorsões e por integrar uma organização criminosa.
Em outro caso, José Caruzzo Escafura, o Piruinha, Monalliza e o policial militar Jeckson Pereira foram denunciados por envolvimento na morte de Natalino José do Nascimento Espínola, neto de Natal da Portela, patrono da escola de samba, em julho de 2021, por conta de uma dívida. Os três foram absolvidos pelo júri em abril deste ano.
Segundo os investigadores, Monalliza se tornou a “gestora” dos negócios dos Escafura e passou a buscar, sem sucesso, o ressarcimento dos prejuízos.
José Caruzzo Escafura é apontado como chefe do domínio do jogo do bicho explorado em diversas regiões da cidade, em especial nos bairros de Madureira, Abolição, Cascadura, Maria da Graça, Piedade e Inhaúma, na Zona Norte.