Foragido há nove meses, ex-motorista de socialite é preso no Rio
Rio. O ex-motorista da socialite Regina Lemos Gonçalves, José Marcos Chaves Ribeiro, de 53 anos, foi preso nesta sexta-feira (29) em São Conrado, Zona Sul do Rio de Janeiro. Ele estava foragido há nove meses e era procurado por crimes como tentativa de feminicídio, sequestro, cárcere privado, violência psicológica e furto qualificado. Segundo a Polícia […]
PORRedação SRzd29/8/2025|
2 min de leitura
Foragido há nove meses, ex-motorista de socialite é preso no Rio. Foto: Reprodução de TV
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Rio. O ex-motorista da socialite Regina Lemos Gonçalves, José Marcos Chaves Ribeiro, de 53 anos, foi preso nesta sexta-feira (29) em São Conrado, Zona Sul do Rio de Janeiro. Ele estava foragido há nove meses e era procurado por crimes como tentativa de feminicídio, sequestro, cárcere privado, violência psicológica e furto qualificado.
Segundo a Polícia Militar, José Marcos foi encontrado em uma das mansões de Regina, localizada na Rua Capuri, e levado para a 12ª DP (Copacabana). O acusado administrava os imóveis da socialite e, segundo a família, manteve a idosa isolada por cerca de 10 anos, controlando seu patrimônio.
Regina, de 88 anos, é viúva do empresário Nestor Gonçalves, fundador da fabricante de baralhos Copag. O caso veio à tona após ela conseguir deixar o apartamento onde vivia, no tradicional Edifício Chopin, ao lado do Copacabana Palace, e denunciar as agressões e o controle sofrido. José Marcos fugiu após a denúncia, levando dinheiro e documentos.
As investigações apontam também suspeitas de irregularidades na administração do patrimônio da socialite, incluindo a locação de um imóvel no Centro e a venda de um apartamento em São Conrado por valores abaixo do mercado, sem repasse para a verdadeira dona.
De acordo com o delegado Angelo Lages, titular da 12ª DP, a prisão é um passo importante para esclarecer o destino da fortuna da herdeira. “A gente sabe que o José Marcos é um dos principais responsáveis pela dilapidação desse patrimônio, mas já há indícios de que ele não agia sozinho. Agora vamos avançar na investigação para rastrear esse fluxo financeiro”, afirmou.
Em março, a Justiça do Rio suspendeu uma união estável registrada entre Regina e o ex-motorista. A socialite nega ter tido qualquer envolvimento afetivo com José Marcos e afirma que a formalização foi feita sob coerção e fraude.
Rio. O ex-motorista da socialite Regina Lemos Gonçalves, José Marcos Chaves Ribeiro, de 53 anos, foi preso nesta sexta-feira (29) em São Conrado, Zona Sul do Rio de Janeiro. Ele estava foragido há nove meses e era procurado por crimes como tentativa de feminicídio, sequestro, cárcere privado, violência psicológica e furto qualificado.
Segundo a Polícia Militar, José Marcos foi encontrado em uma das mansões de Regina, localizada na Rua Capuri, e levado para a 12ª DP (Copacabana). O acusado administrava os imóveis da socialite e, segundo a família, manteve a idosa isolada por cerca de 10 anos, controlando seu patrimônio.
Regina, de 88 anos, é viúva do empresário Nestor Gonçalves, fundador da fabricante de baralhos Copag. O caso veio à tona após ela conseguir deixar o apartamento onde vivia, no tradicional Edifício Chopin, ao lado do Copacabana Palace, e denunciar as agressões e o controle sofrido. José Marcos fugiu após a denúncia, levando dinheiro e documentos.
As investigações apontam também suspeitas de irregularidades na administração do patrimônio da socialite, incluindo a locação de um imóvel no Centro e a venda de um apartamento em São Conrado por valores abaixo do mercado, sem repasse para a verdadeira dona.
De acordo com o delegado Angelo Lages, titular da 12ª DP, a prisão é um passo importante para esclarecer o destino da fortuna da herdeira. “A gente sabe que o José Marcos é um dos principais responsáveis pela dilapidação desse patrimônio, mas já há indícios de que ele não agia sozinho. Agora vamos avançar na investigação para rastrear esse fluxo financeiro”, afirmou.
Em março, a Justiça do Rio suspendeu uma união estável registrada entre Regina e o ex-motorista. A socialite nega ter tido qualquer envolvimento afetivo com José Marcos e afirma que a formalização foi feita sob coerção e fraude.