Guardas municipais acolhem avó e neto russos no Galeão

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Rio. Guardas do Grupamento de Apoio ao Turista (GAT), que atuam no Posto de Atendimento Humanizado ao Migrante, no Aeroporto Internacional do Galeão, auxiliaram na manhã desta sexta-feira, dia 26, uma avó de 70 anos e o neto, de 26 anos, ambos de nacionalidade russa. Eles chegaram ao Rio na noite de quinta-feira, dia 25, […]

POR Redação SRzd 26/12/2025| 2 min de leitura

Guardas municipais acolhem avó e neto russos no Galeão

Guardas municipais acolhem avó e neto russos no Galeão

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Rio. Guardas do Grupamento de Apoio ao Turista (GAT), que atuam no Posto de Atendimento Humanizado ao Migrante, no Aeroporto Internacional do Galeão, auxiliaram na manhã desta sexta-feira, dia 26, uma avó de 70 anos e o neto, de 26 anos, ambos de nacionalidade russa. Eles chegaram ao Rio na noite de quinta-feira, dia 25, e solicitaram ajuda às equipes que atuam no atendimento do aeroporto.

De acordo com os agentes, o neto, que fala português, relatou que eles estão há um ano no Brasil e que, antes de virem para a cidade, estavam no estado do Maranhão. O neto relatou ainda que antes de vir para o Rio, pediu refúgio para ele e para a avó na cidade de São Paulo, mas não conseguiu, por isso veio para o Rio de Janeiro. Aqui no Rio, eles foram atendidos pelos guardas municipais que providenciaram todas as medidas necessárias para a permanência deles na cidade. A avó e o neto foram encaminhados para um dos Centros de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) da Prefeitura do Rio, localizado no Galeão, onde receberam acolhimento.

Rodapé - brasil

Rio. Guardas do Grupamento de Apoio ao Turista (GAT), que atuam no Posto de Atendimento Humanizado ao Migrante, no Aeroporto Internacional do Galeão, auxiliaram na manhã desta sexta-feira, dia 26, uma avó de 70 anos e o neto, de 26 anos, ambos de nacionalidade russa. Eles chegaram ao Rio na noite de quinta-feira, dia 25, e solicitaram ajuda às equipes que atuam no atendimento do aeroporto.

De acordo com os agentes, o neto, que fala português, relatou que eles estão há um ano no Brasil e que, antes de virem para a cidade, estavam no estado do Maranhão. O neto relatou ainda que antes de vir para o Rio, pediu refúgio para ele e para a avó na cidade de São Paulo, mas não conseguiu, por isso veio para o Rio de Janeiro. Aqui no Rio, eles foram atendidos pelos guardas municipais que providenciaram todas as medidas necessárias para a permanência deles na cidade. A avó e o neto foram encaminhados para um dos Centros de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) da Prefeitura do Rio, localizado no Galeão, onde receberam acolhimento.

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