Laudo: faccionado em operação no Rio tinha sinais vitais ao ter a cabeça cortada

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Rio. Nesta quarta-feira (5) a jornalista Mirelle Pinheiro teve acesso ao laudo que detalha a morte de Yago Ravel Rodrigues Rosário. O jovem era ligado ao Comando Vermelho e teve a cabeça decapitada e pendurada em uma árvore durante a megaoperação deflagrada nos complexos do Alemão e da Penha no último dia 28. O documento […]

POR Redação SRzd 5/11/2025| 2 min de leitura

Yago Ravel Rodrigues

Yago Ravel Rodrigues. Reprodução das redes sociais

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Rio. Nesta quarta-feira (5) a jornalista Mirelle Pinheiro teve acesso ao laudo que detalha a morte de Yago Ravel Rodrigues Rosário.

O jovem era ligado ao Comando Vermelho e teve a cabeça decapitada e pendurada em uma árvore durante a megaoperação deflagrada nos complexos do Alemão e da Penha no último dia 28.

O documento indica que Yago foi atingido por um tiro que provocou “ferimentos transfixantes no tórax e no abdômen, com intensa perda de sangue”.

A perícia destacou a existência de infiltrações hemorrágicas compatíveis com atividade cardíaca prévia ao ato de decapitação. Ou seja, o jovem teve a cabeça cortada minutos após ser atingido pelo tiro.

A causa da morte foi descrita como “resultado combinado dos ferimentos por arma de fogo e da secção cervical completa, que atingiu vasos e medula”.

O que dizem as autoridades? Ao ser questionado sobre o caso específico de Yago na última semana, o secretario da Polícia Civil do Rio, Felipe Curi respondeu:

“Quem disse que foi a polícia que cortou a cabeça? Os criminosos podem ter feito novas lesões nos corpos, podem ter feito isso ai para chamar a atenção da imprensa”, disse Curi, durante entrevista coletiva aos jornalistas no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC).

Rodapé - brasil

Rio. Nesta quarta-feira (5) a jornalista Mirelle Pinheiro teve acesso ao laudo que detalha a morte de Yago Ravel Rodrigues Rosário.

O jovem era ligado ao Comando Vermelho e teve a cabeça decapitada e pendurada em uma árvore durante a megaoperação deflagrada nos complexos do Alemão e da Penha no último dia 28.

O documento indica que Yago foi atingido por um tiro que provocou “ferimentos transfixantes no tórax e no abdômen, com intensa perda de sangue”.

A perícia destacou a existência de infiltrações hemorrágicas compatíveis com atividade cardíaca prévia ao ato de decapitação. Ou seja, o jovem teve a cabeça cortada minutos após ser atingido pelo tiro.

A causa da morte foi descrita como “resultado combinado dos ferimentos por arma de fogo e da secção cervical completa, que atingiu vasos e medula”.

O que dizem as autoridades? Ao ser questionado sobre o caso específico de Yago na última semana, o secretario da Polícia Civil do Rio, Felipe Curi respondeu:

“Quem disse que foi a polícia que cortou a cabeça? Os criminosos podem ter feito novas lesões nos corpos, podem ter feito isso ai para chamar a atenção da imprensa”, disse Curi, durante entrevista coletiva aos jornalistas no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC).

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