MC Estudante é preso no RIO acusado pela ex; defesa fala em perseguição

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Rio. A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu na manhã desta sexta-feira (17) o rapper Carlos Cardoso Faria, conhecido como MC Estudante. Ele estava em uma casa em Guadalupe, na Zona Norte do Rio. Faria era considerado foragido após ter mandado de prisão expedido. O artista é réu em um processo de agressão contra a […]

POR Redação SRzd 17/10/2025| 2 min de leitura

MC Estudante

MC Estudante. Reprodução das redes sociais

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Rio. A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu na manhã desta sexta-feira (17) o rapper Carlos Cardoso Faria, conhecido como MC Estudante. Ele estava em uma casa em Guadalupe, na Zona Norte do Rio.

Faria era considerado foragido após ter mandado de prisão expedido.

O artista é réu em um processo de agressão contra a ex-namorada, Maria Eduarda Paim. Segundo a polícia, ele foi preso quando se preparava para deixar o local.

O mandado foi expedido no dia 10 de outubro pelo 5º Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Carlos é acusado de descumprimento de medidas protetivas previstas na lei Maria da Penha.

Juliana Nascimento, advogada responsável pela defesa de estudante, nega as acusações e diz que já pediu a revogação da prisão e impetrou um habeas corpus para seu cliente.

A advogada afirma que ele destacou um vídeo em seu perfil que mostraria Maria Eduarda o agredindo, e que por isso o juiz teria expedido o mandado de prisão.

Nota da defesa de MC Estudante na íntegra:

“Em nenhum momento, meu cliente descumpriu medida protetiva, o que ocorre é uma perseguição por parte da suposta vítima, a ele, seus familiares, amigos e até a namorada atual dele, a vítima stalkeia incessantemente a todos, inclusive a mim, que sou apenas advogada do mesmo.

Meu cliente já tinha em sua rede social os vídeos das agressões sofridas pela suposta vítima, muito antes da medida protetiva, o que houve foi um equívoco que será esclarecido judicialmente.

O que ocorre é uma perseguição por parte da suposta vítima, a ele, seus familiares, amigos e até a namorada atual dele. A suposta vítima stalkeia incessantemente a todos, inclusive a mim, que sou apenas advogada do mesmo.

Os vídeos que a suposta vítima alega terem sido publicados recentemente foram publicados no dia 24 de junho de 2025, um dia depois de a própria ir a público (rede social e programas de televisão) expor supostas agressões e crimes jamais cometidos, cometendo crime de denunciação caluniosa. Carlos usou dos mesmos meios da vítima para se defender, já que tem uma carreira pública.

Quanto ao crime de racismo cometido pela suposta vítima, há um R.O com provas na delegacia. E há provas sobre ela ter puxado uma faca para Carlos no inquérito policial feito na 42ª DP”, diz o documento.

Rodapé - brasil

Rio. A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu na manhã desta sexta-feira (17) o rapper Carlos Cardoso Faria, conhecido como MC Estudante. Ele estava em uma casa em Guadalupe, na Zona Norte do Rio.

Faria era considerado foragido após ter mandado de prisão expedido.

O artista é réu em um processo de agressão contra a ex-namorada, Maria Eduarda Paim. Segundo a polícia, ele foi preso quando se preparava para deixar o local.

O mandado foi expedido no dia 10 de outubro pelo 5º Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Carlos é acusado de descumprimento de medidas protetivas previstas na lei Maria da Penha.

Juliana Nascimento, advogada responsável pela defesa de estudante, nega as acusações e diz que já pediu a revogação da prisão e impetrou um habeas corpus para seu cliente.

A advogada afirma que ele destacou um vídeo em seu perfil que mostraria Maria Eduarda o agredindo, e que por isso o juiz teria expedido o mandado de prisão.

Nota da defesa de MC Estudante na íntegra:

“Em nenhum momento, meu cliente descumpriu medida protetiva, o que ocorre é uma perseguição por parte da suposta vítima, a ele, seus familiares, amigos e até a namorada atual dele, a vítima stalkeia incessantemente a todos, inclusive a mim, que sou apenas advogada do mesmo.

Meu cliente já tinha em sua rede social os vídeos das agressões sofridas pela suposta vítima, muito antes da medida protetiva, o que houve foi um equívoco que será esclarecido judicialmente.

O que ocorre é uma perseguição por parte da suposta vítima, a ele, seus familiares, amigos e até a namorada atual dele. A suposta vítima stalkeia incessantemente a todos, inclusive a mim, que sou apenas advogada do mesmo.

Os vídeos que a suposta vítima alega terem sido publicados recentemente foram publicados no dia 24 de junho de 2025, um dia depois de a própria ir a público (rede social e programas de televisão) expor supostas agressões e crimes jamais cometidos, cometendo crime de denunciação caluniosa. Carlos usou dos mesmos meios da vítima para se defender, já que tem uma carreira pública.

Quanto ao crime de racismo cometido pela suposta vítima, há um R.O com provas na delegacia. E há provas sobre ela ter puxado uma faca para Carlos no inquérito policial feito na 42ª DP”, diz o documento.

Rodapé - brasil

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