Megaoperação: ‘Resultado ínfimo’ contra o CV, diz subsecretário de Inteligência da PMRJ
Operação Contenção. O capitão e subsecretário de Inteligência da Polícia Militar do Rio de Janeiro, Daniel Ferreira de Souza, afirmou, durante audiência na Comissão Mista de Controle de Atividades de Inteligência (CCAI) do Senado Federal, que a megaoperação realizada no Rio de Janeiro na semana passada, apesar dos “números impressionantes”, teve resultado “ínfimo” em relação […]
PORRedação SRzd6/11/2025|
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Daniel Ferreira de Souza. Reprodução de vídeo
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Operação Contenção. O capitão e subsecretário de Inteligência da Polícia Militar do Rio de Janeiro, Daniel Ferreira de Souza, afirmou, durante audiência na Comissão Mista de Controle de Atividades de Inteligência (CCAI) do Senado Federal, que a megaoperação realizada no Rio de Janeiro na semana passada, apesar dos “números impressionantes”, teve resultado “ínfimo” em relação à desarticulação do Comando Vermelho (CV).
Para ele, porém, a operação foi importante simbolicamente: “Foi importante no nível simbólico, para o estado mostrar que ele é capaz de entrar em qualquer local, porque uma das bandeiras que era vendida, muito por conta da ADPF (das Favelas), é que havia locais onde não era possível o estado entrar”, avaliou.
“Então, se essa operação não vai resolver o problema, nós sabemos que não vai, ao mesmo tempo mostrou que a retórica que o Comando Vermelho usava para conseguir converter e atrair lideranças do Brasil foi subvertida e o estado entra em qualquer lugar de fato”, seguiu o capitão e subsecretário de Inteligência da PMRJ (veja na íntegra):
Operação Contenção. O capitão e subsecretário de Inteligência da Polícia Militar do Rio de Janeiro, Daniel Ferreira de Souza, afirmou, durante audiência na Comissão Mista de Controle de Atividades de Inteligência (CCAI) do Senado Federal, que a megaoperação realizada no Rio de Janeiro na semana passada, apesar dos “números impressionantes”, teve resultado “ínfimo” em relação à desarticulação do Comando Vermelho (CV).
Para ele, porém, a operação foi importante simbolicamente: “Foi importante no nível simbólico, para o estado mostrar que ele é capaz de entrar em qualquer local, porque uma das bandeiras que era vendida, muito por conta da ADPF (das Favelas), é que havia locais onde não era possível o estado entrar”, avaliou.
“Então, se essa operação não vai resolver o problema, nós sabemos que não vai, ao mesmo tempo mostrou que a retórica que o Comando Vermelho usava para conseguir converter e atrair lideranças do Brasil foi subvertida e o estado entra em qualquer lugar de fato”, seguiu o capitão e subsecretário de Inteligência da PMRJ (veja na íntegra):