MPRJ obtém condenação de chefe do tráfico em comunidade de Belford Roxo

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Rio. A 1ª Promotoria de Justiça Junto ao I Tribunal do Júri da Capital obteve a condenação de Cremilson Almeida de Souza a 37 anos e seis meses de reclusão pelo homicídio qualificado do policial militar Francisco Fernandes de Souza. Leonardo da Silva Oliveira, apontado como um dos executores do assassinato, foi condenado a 34 anos […]

POR Redação SRzd 13/3/2026| 2 min de leitura

Arte: SRzd

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Rio. A 1ª Promotoria de Justiça Junto ao I Tribunal do Júri da Capital obteve a condenação de Cremilson Almeida de Souza a 37 anos e seis meses de reclusão pelo homicídio qualificado do policial militar Francisco Fernandes de Souza. Leonardo da Silva Oliveira, apontado como um dos executores do assassinato, foi condenado a 34 anos e seis meses de reclusão no mesmo julgamento, realizado na quinta-feira (12).

O crime ocorreu em janeiro de 2019, na Baixada Fluminense. De acordo com o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), Cremilson, conhecido como “Coroa”, enquanto gerenciava o tráfico de drogas na comunidade Roseiral, em Belford Roxo, proibia que os moradores da região mantivessem qualquer tipo de relacionamento com policiais. Em 2017, ele participou diretamente da morte de um cabo da PM que entrou na comunidade por engano. No ano seguinte, ordenou a execução de dois moradores que tinham policiais como amigos (um deles sobreviveu) e chegou a divulgar uma lista de alvos a serem eliminados por terem ligações com agentes da lei.

Para o MPRJ, o homicídio foi motivado por vingança e demonstração de poder do tráfico local. O Conselho de Jurados acolheu a tese da Promotoria de que o crime foi cometido por motivo torpe, mediante recurso que dificultou a defesa da vítima e contra agente de segurança pública em razão da função. A sentença destacou a gravidade da conduta, incluindo o fato de o policial ter sido executado com diversos disparos na presença dos próprios filhos (de três e seis anos), além das consequências sociais e familiares decorrentes do crime.

De acordo com o MPRJ, a vítima participava de uma comemoração de aniversário na porta de casa quando foi surpreendida por homens armados que efetuaram disparos de arma de fogo. O policial morava na região e havia repreendido usuários de drogas, que levaram o episódio a traficantes, os quais ordenaram a execução do militar.

Rodapé - brasil

Rio. A 1ª Promotoria de Justiça Junto ao I Tribunal do Júri da Capital obteve a condenação de Cremilson Almeida de Souza a 37 anos e seis meses de reclusão pelo homicídio qualificado do policial militar Francisco Fernandes de Souza. Leonardo da Silva Oliveira, apontado como um dos executores do assassinato, foi condenado a 34 anos e seis meses de reclusão no mesmo julgamento, realizado na quinta-feira (12).

O crime ocorreu em janeiro de 2019, na Baixada Fluminense. De acordo com o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), Cremilson, conhecido como “Coroa”, enquanto gerenciava o tráfico de drogas na comunidade Roseiral, em Belford Roxo, proibia que os moradores da região mantivessem qualquer tipo de relacionamento com policiais. Em 2017, ele participou diretamente da morte de um cabo da PM que entrou na comunidade por engano. No ano seguinte, ordenou a execução de dois moradores que tinham policiais como amigos (um deles sobreviveu) e chegou a divulgar uma lista de alvos a serem eliminados por terem ligações com agentes da lei.

Para o MPRJ, o homicídio foi motivado por vingança e demonstração de poder do tráfico local. O Conselho de Jurados acolheu a tese da Promotoria de que o crime foi cometido por motivo torpe, mediante recurso que dificultou a defesa da vítima e contra agente de segurança pública em razão da função. A sentença destacou a gravidade da conduta, incluindo o fato de o policial ter sido executado com diversos disparos na presença dos próprios filhos (de três e seis anos), além das consequências sociais e familiares decorrentes do crime.

De acordo com o MPRJ, a vítima participava de uma comemoração de aniversário na porta de casa quando foi surpreendida por homens armados que efetuaram disparos de arma de fogo. O policial morava na região e havia repreendido usuários de drogas, que levaram o episódio a traficantes, os quais ordenaram a execução do militar.

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