Mulher de PM morto em Operação no Rio mostra última conversa com o marido
Rio. O sargento do BOPE Heber Carvalho da Fonseca, de 39 anos, morto na terça-feira (28) durante Operação no Complexo da Penha, no Rio de Janeiro, trocou mensagens com a esposa pouco antes de morre. A conversa foi publicada por Jéssica Araújo nas redes sociais. “E você não falou mais”, lamentou ela na postagem. “Ele […]
PORRedação SRzd29/10/2025|
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Heber Carvalho da Fonseca. Acervo pessoal
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Rio. O sargento do BOPE Heber Carvalho da Fonseca, de 39 anos, morto na terça-feira (28) durante Operação no Complexo da Penha, no Rio de Janeiro, trocou mensagens com a esposa pouco antes de morre.
A conversa foi publicada por Jéssica Araújo nas redes sociais. “E você não falou mais”, lamentou ela na postagem.
“Ele dizia que tinha uma senha em suas mãos, toda vez que perdia um colega. Que, se um dia acontecesse com ele, seria fazendo o que mais amava”, contou Jéssica.
Heber, especializado em tiros de precisão, era um dos quatro policiais mortos na operação e ingressou na corporação em 2011. Ele deixa esposa, dois filhos e um enteado.
Em nota, a PM lamentou a morte: “Ele dedicou sua vida ao cumprimento do dever e deixa um legado de coragem, lealdade e compromisso com a missão policial militar. Sua ausência será sentida por todos que tiveram a honra de conhecê-lo”.
Rio. O sargento do BOPE Heber Carvalho da Fonseca, de 39 anos, morto na terça-feira (28) durante Operação no Complexo da Penha, no Rio de Janeiro, trocou mensagens com a esposa pouco antes de morre.
A conversa foi publicada por Jéssica Araújo nas redes sociais. “E você não falou mais”, lamentou ela na postagem.
“Ele dizia que tinha uma senha em suas mãos, toda vez que perdia um colega. Que, se um dia acontecesse com ele, seria fazendo o que mais amava”, contou Jéssica.
Heber, especializado em tiros de precisão, era um dos quatro policiais mortos na operação e ingressou na corporação em 2011. Ele deixa esposa, dois filhos e um enteado.
Em nota, a PM lamentou a morte: “Ele dedicou sua vida ao cumprimento do dever e deixa um legado de coragem, lealdade e compromisso com a missão policial militar. Sua ausência será sentida por todos que tiveram a honra de conhecê-lo”.