Mulheres deverão ter vagão exclusivo em trens e metrô durante todo o dia

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Rio. A Assembleia Legislativa aprovou um projeto de lei que amplia para 24 horas o funcionamento do vagão feminino nos trens e metrôs do estado. Atualmente, os vagões exclusivos funcionam apenas em dias úteis, das 6h às 9h e das 17h às 20h. Fora desses horários, a separação por gênero não é obrigatória. De acordo […]

POR Redação SRzd 13/3/2026| 1 min de leitura

Mulheres em vagão de trem. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Mulheres em vagão de trem. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

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Rio. A Assembleia Legislativa aprovou um projeto de lei que amplia para 24 horas o funcionamento do vagão feminino nos trens e metrôs do estado.

Atualmente, os vagões exclusivos funcionam apenas em dias úteis, das 6h às 9h e das 17h às 20h. Fora desses horários, a separação por gênero não é obrigatória.

De acordo com a justificativa do projeto, casos de assédio e importunação sexual também acontecem em períodos de menor movimento, quando a regra não está em vigor.

A fiscalização do cumprimento da norma é responsabilidade da Polícia Militar. Passageiros que desrespeitarem a regra recebem advertência na primeira infração e, em caso de reincidência, podem ser multados entre R$ 185 e R$ 1.150.

A proposta agora aguarda sanção do governador Cláudio Castro e tem como objetivo aumentar a segurança das mulheres no transporte público.

Rodapé - brasil

Rio. A Assembleia Legislativa aprovou um projeto de lei que amplia para 24 horas o funcionamento do vagão feminino nos trens e metrôs do estado.

Atualmente, os vagões exclusivos funcionam apenas em dias úteis, das 6h às 9h e das 17h às 20h. Fora desses horários, a separação por gênero não é obrigatória.

De acordo com a justificativa do projeto, casos de assédio e importunação sexual também acontecem em períodos de menor movimento, quando a regra não está em vigor.

A fiscalização do cumprimento da norma é responsabilidade da Polícia Militar. Passageiros que desrespeitarem a regra recebem advertência na primeira infração e, em caso de reincidência, podem ser multados entre R$ 185 e R$ 1.150.

A proposta agora aguarda sanção do governador Cláudio Castro e tem como objetivo aumentar a segurança das mulheres no transporte público.

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