Pai que perdeu filho atropelado: ‘O Rio não é uma cidade em que a gente vive, mas sobrevive’

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Rio. Emanoelle Farias, de 40 anos, e o filho Francisco Farias de Antunes, de 9 anos, atropelados por um ônibus enquanto transitavam em uma bicicleta elétrica na Tijuca, na Zona Norte da cidade, foram sepultados no Cemitério da Penitência, no Caju, na Zona Portuária, nesta quarta-feira (1º). Em meio à dor, Vinicius Antunes, pai de […]

POR Redação SRzd 2/4/2026| 3 min de leitura

Vinicius Antunes. Foto: Reprodução de video

Vinicius Antunes. Foto: Reprodução de video

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Rio. Emanoelle Farias, de 40 anos, e o filho Francisco Farias de Antunes, de 9 anos, atropelados por um ônibus enquanto transitavam em uma bicicleta elétrica na Tijuca, na Zona Norte da cidade, foram sepultados no Cemitério da Penitência, no Caju, na Zona Portuária, nesta quarta-feira (1º).

Em meio à dor, Vinicius Antunes, pai de Francisco, fez um desabafo aos jornalistas presentes.

“Fiz de tudo pelo meu filho. Neste momento, só não é a tristeza mais absurda ainda porque sei que eu vivi intensamente. Não existe nenhuma lacuna no nosso relacionamento. Pais, amem seus filhos. Tudo que eu queria agora é estar com meu filho. Digam ‘te amo’, estejam com eles, participem da vida de seus filhos. A gente precisa amar nossos filhos e que eles amam os pais. Eu fui muito feliz nesses 10 anos. Por isso vem a tristeza agora”, afirmou.

+ parceria com o filho na web

Conhecido nas redes sociais como Cacofonias, Vinicius costuma compartilhar vídeos com abordagem bem-humorada sobre temas do cotidiano, muitas vezes com críticas sociais.

Em parte desse conteúdo, ele aparecia ao lado do filho, que também participava das gravações e dividia com o pai o amor pelo Vasco.

“Ele era vascaíno, mas adorava o Botafogo também, jogava no Botafogo. A gente foi muito feliz, mesmo sendo vascaínos, a gente foi muito feliz”, completou.

+ vídeo:

 

Ver essa foto no Instagram

 

Um post compartilhado por Pablo Braz (@pabloinforma)

+ cobrança por mais segurança na cidade

Vinicius também aproveitou a ocasião para criticar a falta de condições adequadas para a população e destacou o sentimento constante de insegurança.

“O Rio de Janeiro não é uma cidade que a gente vive, é uma cidade que a gente sobrevive. Todo dia pessoas saem de casa e não voltam mais. Espero que as pessoas vejam isso e punem, se tiver quem punir. Espero mais estrutura no Rio. Que a gente tenha mais segurança no trânsito e na segurança pública”, destacou.

O humorista também chamou atenção para as dificuldades enfrentadas no tratamento de saúde do filho, que era portador de diabetes tipo 1, criticando a falta de suporte adequado no país para pacientes com a condição e relatou os altos custos envolvidos.

“Meu filho era diabético tipo 1 e infelizmente no Brasil diabético tipo 1 ainda está muito à margem, a gente precisa melhorar o tratamento”, afirmou, reforçando a necessidade de mais acesso e políticas públicas voltadas ao cuidado com a doença.

Após a cerimônia de despedida, Vinicius publicou um vídeo nas redes sociais em que afirma que pretende terminar de organizar o quarto do filho.

Segundo ele, a família havia se mudado recentemente para um apartamento maior.”

Nas redes sociais, o artista escreveu aos seguidores sobre a dificuldade em dormir depois de tudo o que aconteceu.

“Dormir se tornou um ato quase impossível”, escreveu ele.

Rodapé - brasil

Rio. Emanoelle Farias, de 40 anos, e o filho Francisco Farias de Antunes, de 9 anos, atropelados por um ônibus enquanto transitavam em uma bicicleta elétrica na Tijuca, na Zona Norte da cidade, foram sepultados no Cemitério da Penitência, no Caju, na Zona Portuária, nesta quarta-feira (1º).

Em meio à dor, Vinicius Antunes, pai de Francisco, fez um desabafo aos jornalistas presentes.

“Fiz de tudo pelo meu filho. Neste momento, só não é a tristeza mais absurda ainda porque sei que eu vivi intensamente. Não existe nenhuma lacuna no nosso relacionamento. Pais, amem seus filhos. Tudo que eu queria agora é estar com meu filho. Digam ‘te amo’, estejam com eles, participem da vida de seus filhos. A gente precisa amar nossos filhos e que eles amam os pais. Eu fui muito feliz nesses 10 anos. Por isso vem a tristeza agora”, afirmou.

+ parceria com o filho na web

Conhecido nas redes sociais como Cacofonias, Vinicius costuma compartilhar vídeos com abordagem bem-humorada sobre temas do cotidiano, muitas vezes com críticas sociais.

Em parte desse conteúdo, ele aparecia ao lado do filho, que também participava das gravações e dividia com o pai o amor pelo Vasco.

“Ele era vascaíno, mas adorava o Botafogo também, jogava no Botafogo. A gente foi muito feliz, mesmo sendo vascaínos, a gente foi muito feliz”, completou.

+ vídeo:

 

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Um post compartilhado por Pablo Braz (@pabloinforma)

+ cobrança por mais segurança na cidade

Vinicius também aproveitou a ocasião para criticar a falta de condições adequadas para a população e destacou o sentimento constante de insegurança.

“O Rio de Janeiro não é uma cidade que a gente vive, é uma cidade que a gente sobrevive. Todo dia pessoas saem de casa e não voltam mais. Espero que as pessoas vejam isso e punem, se tiver quem punir. Espero mais estrutura no Rio. Que a gente tenha mais segurança no trânsito e na segurança pública”, destacou.

O humorista também chamou atenção para as dificuldades enfrentadas no tratamento de saúde do filho, que era portador de diabetes tipo 1, criticando a falta de suporte adequado no país para pacientes com a condição e relatou os altos custos envolvidos.

“Meu filho era diabético tipo 1 e infelizmente no Brasil diabético tipo 1 ainda está muito à margem, a gente precisa melhorar o tratamento”, afirmou, reforçando a necessidade de mais acesso e políticas públicas voltadas ao cuidado com a doença.

Após a cerimônia de despedida, Vinicius publicou um vídeo nas redes sociais em que afirma que pretende terminar de organizar o quarto do filho.

Segundo ele, a família havia se mudado recentemente para um apartamento maior.”

Nas redes sociais, o artista escreveu aos seguidores sobre a dificuldade em dormir depois de tudo o que aconteceu.

“Dormir se tornou um ato quase impossível”, escreveu ele.

Rodapé - brasil

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