PF indicia Bacellar, TH Joias e mais três por ligação com o CV
Rio. O presidente afastado da Assembleia Legislativa, Rodrigo Bacellar, e o ex-deputado estadual Thiego Raimundo de Oliveira Santos, o TH Joias, foram indiciados pela Polícia Federal com a conclusão das investigações sobre vazamento de informações sigilosas para integrantes do Comando Vermelho. Flávia Judice, Jessica Santos e Thárcio Salgado, ligados a Bacellar e TH Joias, também […]
PORRedação SRzd27/2/2026|
2 min de leitura
Polícia Federal. Foto: Divulgação/Gov
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Rio. O presidente afastado da Assembleia Legislativa, Rodrigo Bacellar, e o ex-deputado estadual Thiego Raimundo de Oliveira Santos, o TH Joias, foram indiciados pela Polícia Federal com a conclusão das investigações sobre vazamento de informações sigilosas para integrantes do Comando Vermelho.
Flávia Judice, Jessica Santos e Thárcio Salgado, ligados a Bacellar e TH Joias, também foram indiciados por organização criminosa, obstrução à Justiça envolvendo organização criminosa e favorecimento pessoal.
A suspeita de vazamento havia sido levantada durante a Operação Zargun pelo procurador-geral de Justiça do Rio, Antonio José Campos Moreira. Ele afirmou na ocasião que “houve uma certa dificuldade” para achar TH.
As investigações da PF apontam indícios de tráfico de influência envolvendo a política e o Judiciário fluminense.
Bacellar foi preso no dia 3 de dezembro na Operação Unha e Carne. Cinco dias depois, ele deixou a cadeia, após decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que determinou a substituição da detenção por medidas cautelares.
A defesa de Bacellar disse à CNN Brasil que, em relação a ele, “inexiste qualquer elemento probatório para pretender lhe imputar qualquer participação em ilicitude e ou vazamento, ao contrário, só há ilações desamparadas”.
“Dessa forma, arbitrário e abusivo o indiciamento efetivado, realizado muito mais para justificar a ação açodada da Autoridade Policial, do que respaldada em elementos sérios e comprometedores”, complementa a nota assinada pelo advogado Daniel Bialski.
TH Joias, foi detido no mesmo dia por tráfico de drogas, corrupção e lavagem de dinheiro, e suspeita de negociar armas e acessórios para o Comando Vermelho (CV).
O desembargador do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), Macário Judice Neto, que chegou a ser preso no curso das investigações, não foi indiciado.
Segundo a PF, a medida se deve às regras previstas na Lei Orgânica da Magistratura, que estabelece procedimentos específicos para a responsabilização de magistrados.
Agora, o caso foi encaminhado ao STF e reúne quebras de sigilos telefônicos e bancários.
Rio. O presidente afastado da Assembleia Legislativa, Rodrigo Bacellar, e o ex-deputado estadual Thiego Raimundo de Oliveira Santos, o TH Joias, foram indiciados pela Polícia Federal com a conclusão das investigações sobre vazamento de informações sigilosas para integrantes do Comando Vermelho.
Flávia Judice, Jessica Santos e Thárcio Salgado, ligados a Bacellar e TH Joias, também foram indiciados por organização criminosa, obstrução à Justiça envolvendo organização criminosa e favorecimento pessoal.
A suspeita de vazamento havia sido levantada durante a Operação Zargun pelo procurador-geral de Justiça do Rio, Antonio José Campos Moreira. Ele afirmou na ocasião que “houve uma certa dificuldade” para achar TH.
As investigações da PF apontam indícios de tráfico de influência envolvendo a política e o Judiciário fluminense.
Bacellar foi preso no dia 3 de dezembro na Operação Unha e Carne. Cinco dias depois, ele deixou a cadeia, após decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que determinou a substituição da detenção por medidas cautelares.
A defesa de Bacellar disse à CNN Brasil que, em relação a ele, “inexiste qualquer elemento probatório para pretender lhe imputar qualquer participação em ilicitude e ou vazamento, ao contrário, só há ilações desamparadas”.
“Dessa forma, arbitrário e abusivo o indiciamento efetivado, realizado muito mais para justificar a ação açodada da Autoridade Policial, do que respaldada em elementos sérios e comprometedores”, complementa a nota assinada pelo advogado Daniel Bialski.
TH Joias, foi detido no mesmo dia por tráfico de drogas, corrupção e lavagem de dinheiro, e suspeita de negociar armas e acessórios para o Comando Vermelho (CV).
O desembargador do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), Macário Judice Neto, que chegou a ser preso no curso das investigações, não foi indiciado.
Segundo a PF, a medida se deve às regras previstas na Lei Orgânica da Magistratura, que estabelece procedimentos específicos para a responsabilização de magistrados.
Agora, o caso foi encaminhado ao STF e reúne quebras de sigilos telefônicos e bancários.