Prefeitura do Rio demite Monique Medeiros, ré pela morte do filho Henry Borel
Caso Henry Borel. Acusada de homicídio por omissão na morte do filho, Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, morto aos 4 anos, foi demitida do cargo de professora da Prefeitura do Rio. A demissão foi publicada no Diário Oficial do Município na edição desta quarta-feira (25). Ela vinha recebendo normalmente seu salário de professora há […]
PORRedação SRzd25/3/2026|
2 min de leitura
Monique Medeiros. Foto: Reprodução/RecordTV
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Caso Henry Borel. Acusada de homicídio por omissão na morte do filho, Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, morto aos 4 anos, foi demitida do cargo de professora da Prefeitura do Rio.
A demissão foi publicada no Diário Oficial do Município na edição desta quarta-feira (25). Ela vinha recebendo normalmente seu salário de professora há cinco anos.
Após uma série de idas e vindas, afastamentos e retornos administrativos, o processo administrativo disciplinar (PAD) votou pela demissão da professora.
O processo da Secretaria de Educação avaliou a conduta da docente.
Monique deixou a penitenciária Talavera Bruce, no Complexo de Gericinó, na Zona Oeste do Rio, no início da noite dessa segunda-feira (23) e está em casa.
A soltura foi determinada pela juíza Elizabeth Machado Louro, do 2º Tribunal do Júri, após o julgamento do caso Henry Borel ter sido adiado.
A magistrada aceitou o pedido da defesa de relaxamento de prisão de Monique porque, com o adiamento, poderia incorrer em excesso de prazo.
No plenário, a defesa de Jairo dos Santos Júnior, o Dr. Jairinho, padrasto de Henry e também acusado pelo crime, pediu o adiamento do júri por falta de acesso às provas.
Após o indeferimento do pedido pela juíza, os cinco advogados de defesa abandonaram o plenário.
Com essa medida, o julgamento foi adiado para 25 de maio próximo.
A defesa de Monique ressaltou que não teve acesso ao conteúdo do ato que gerou a demissão da servidora concursada.
Caso Henry Borel. Acusada de homicídio por omissão na morte do filho, Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, morto aos 4 anos, foi demitida do cargo de professora da Prefeitura do Rio.
A demissão foi publicada no Diário Oficial do Município na edição desta quarta-feira (25). Ela vinha recebendo normalmente seu salário de professora há cinco anos.
Após uma série de idas e vindas, afastamentos e retornos administrativos, o processo administrativo disciplinar (PAD) votou pela demissão da professora.
O processo da Secretaria de Educação avaliou a conduta da docente.
Monique deixou a penitenciária Talavera Bruce, no Complexo de Gericinó, na Zona Oeste do Rio, no início da noite dessa segunda-feira (23) e está em casa.
A soltura foi determinada pela juíza Elizabeth Machado Louro, do 2º Tribunal do Júri, após o julgamento do caso Henry Borel ter sido adiado.
A magistrada aceitou o pedido da defesa de relaxamento de prisão de Monique porque, com o adiamento, poderia incorrer em excesso de prazo.
No plenário, a defesa de Jairo dos Santos Júnior, o Dr. Jairinho, padrasto de Henry e também acusado pelo crime, pediu o adiamento do júri por falta de acesso às provas.
Após o indeferimento do pedido pela juíza, os cinco advogados de defesa abandonaram o plenário.
Com essa medida, o julgamento foi adiado para 25 de maio próximo.
A defesa de Monique ressaltou que não teve acesso ao conteúdo do ato que gerou a demissão da servidora concursada.