Procura-se um governador: Rio terá mandato-tampão até o fim de 2026

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RIO. Uma eleição indireta vai escolher o novo governador do Rio de Janeiro. Ela será necessária após a renúncia de Cláudio Castro (PL), que deixou o cargo na segunda-feira (23) e ficou inelegível por decisão do TSE. Com a saída, o estado do Rio entrou em situação de dupla vacância e terá um novo chefe […]

POR Redação SRzd 26/3/2026| 2 min de leitura

O presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar (União), que está preso, e o governador Cláudio Castro (PL)

Ex-presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar (União), e o ex-governador Cláudio Castro (PL)

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RIO. Uma eleição indireta vai escolher o novo governador do Rio de Janeiro.

Ela será necessária após a renúncia de Cláudio Castro (PL), que deixou o cargo na segunda-feira (23) e ficou inelegível por decisão do TSE.

Com a saída, o estado do Rio entrou em situação de dupla vacância e terá um novo chefe do Executivo escolhido de forma indireta para cumprir o mandato-tampão até o final deste ano.

A eleição será feita pelos deputados estaduais, em sessão pública convocada pela Alerj. Podem concorrer candidatos maiores de 30 anos, com domicílio eleitoral no estado e filiação partidária. As chapas precisam ter candidatos a governador e vice. O registro das candidaturas deve ocorrer em até cinco dias úteis após a publicação do edital de convocação.

Para vencer no primeiro turno, a chapa precisa obter pelo menos 36 votos entre os 70 deputados. Caso isso não ocorra, os dois mais votados disputam um segundo turno. Após a votação, a posse deve ocorrer em até 48 horas.

A definição da data para a eleição segue regras estabelecidas em lei estadual aprovada pela Alerj. Após a vacância do cargo, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio, o desembargador Ricardo Couto de Castro, que assume interinamente o governo, tem até 48 horas para convocar a eleição indireta. No caso atual, esse prazo se encerra na próxima quarta-feira.

A partir da convocação, a eleição deve ser realizada em até 30 dias, em sessão extraordinária da Alerj. Com base nessa contagem, a votação tende a ocorrer no dia 22 de abril.

Rodapé - brasil

RIO. Uma eleição indireta vai escolher o novo governador do Rio de Janeiro.

Ela será necessária após a renúncia de Cláudio Castro (PL), que deixou o cargo na segunda-feira (23) e ficou inelegível por decisão do TSE.

Com a saída, o estado do Rio entrou em situação de dupla vacância e terá um novo chefe do Executivo escolhido de forma indireta para cumprir o mandato-tampão até o final deste ano.

A eleição será feita pelos deputados estaduais, em sessão pública convocada pela Alerj. Podem concorrer candidatos maiores de 30 anos, com domicílio eleitoral no estado e filiação partidária. As chapas precisam ter candidatos a governador e vice. O registro das candidaturas deve ocorrer em até cinco dias úteis após a publicação do edital de convocação.

Para vencer no primeiro turno, a chapa precisa obter pelo menos 36 votos entre os 70 deputados. Caso isso não ocorra, os dois mais votados disputam um segundo turno. Após a votação, a posse deve ocorrer em até 48 horas.

A definição da data para a eleição segue regras estabelecidas em lei estadual aprovada pela Alerj. Após a vacância do cargo, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio, o desembargador Ricardo Couto de Castro, que assume interinamente o governo, tem até 48 horas para convocar a eleição indireta. No caso atual, esse prazo se encerra na próxima quarta-feira.

A partir da convocação, a eleição deve ser realizada em até 30 dias, em sessão extraordinária da Alerj. Com base nessa contagem, a votação tende a ocorrer no dia 22 de abril.

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