RIO: Diaba Loira desafiou chefes do Comando Vermelho antes de ser executada e citou Oruam

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Rio. Eweline Passos Rodrigues, de 28 anos, conhecida como Diaba Loira, publicou um vídeo nas redes sociais em tom de provocação ao rapper Oruam e a Edgar Alves Andrade, o Doca, apontado como um dos chefes do Comando Vermelho (CV), poucos dias antes de ser assassinada em Cascadura, na Zona Norte do Rio. Ex-integrante do […]

POR Redação SRzd 18/8/2025| 2 min de leitura

Rio: Diaba Loira é morta a tiros durante confronto entre CV e TCP. Foto: Reprodução de TV

Rio: Diaba Loira é morta a tiros durante confronto entre CV e TCP. Foto: Reprodução das rede sociais

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Rio. Eweline Passos Rodrigues, de 28 anos, conhecida como Diaba Loira, publicou um vídeo nas redes sociais em tom de provocação ao rapper Oruam e a Edgar Alves Andrade, o Doca, apontado como um dos chefes do Comando Vermelho (CV), poucos dias antes de ser assassinada em Cascadura, na Zona Norte do Rio.

Ex-integrante do CV, Eweline havia migrado para o Terceiro Comando Puro (TCP), onde ganhou notoriedade ostentando armas de grosso calibre em vídeos para seus mais de 92 mil seguidores. No registro, divulgado no TikTok, ela acusa os rivais de tentarem “comprar” integrantes da nova facção e dispara:

“Se liga, Doca. Para de querer tudo pra tu, parceiro. Dessa vez tu perdeu, tá ligado? Dessa vez eu que dei o check-mate, bebê.”

Do CV ao TCP

Natural de Santa Catarina, Eweline teve uma vida marcada por mudanças radicais: já trabalhou como vendedora de trufas, alfaiate e até cursou Direito. Sua entrada no crime, segundo a Polícia Civil, ocorreu após sobreviver a uma tentativa de feminicídio em 2022. Desde então, acumulou prisões por tráfico de drogas, porte ilegal de armas e chegou a ser monitorada por tornozeleira eletrônica, que rompeu duas vezes antes de se tornar foragida.

No Rio, ganhou o apelido de “Diaba Loira” e se aproximou de líderes do TCP, como a Tropa do Coelhão, grupo ligado ao traficante Wallace Brito Trindade, o Lacosta, um dos mais procurados do estado.

Rivalidade e execução

O histórico de vídeos desafiando o Comando Vermelho e ostentando tatuagens em referência ao TCP marcaram a trajetória da traficante, que chegou a dizer que não temia rivais:

“É pra eu ter medo? Eu estava do lado de vocês esse tempo todinho. Sei que vocês são despreparados.”

Dias após a provocação, Eweline foi executada em Cascadura. A Polícia Civil investiga a autoria e a motivação do crime, que reforça a tensão entre facções rivais no Rio.

Rodapé - brasil

Rio. Eweline Passos Rodrigues, de 28 anos, conhecida como Diaba Loira, publicou um vídeo nas redes sociais em tom de provocação ao rapper Oruam e a Edgar Alves Andrade, o Doca, apontado como um dos chefes do Comando Vermelho (CV), poucos dias antes de ser assassinada em Cascadura, na Zona Norte do Rio.

Ex-integrante do CV, Eweline havia migrado para o Terceiro Comando Puro (TCP), onde ganhou notoriedade ostentando armas de grosso calibre em vídeos para seus mais de 92 mil seguidores. No registro, divulgado no TikTok, ela acusa os rivais de tentarem “comprar” integrantes da nova facção e dispara:

“Se liga, Doca. Para de querer tudo pra tu, parceiro. Dessa vez tu perdeu, tá ligado? Dessa vez eu que dei o check-mate, bebê.”

Do CV ao TCP

Natural de Santa Catarina, Eweline teve uma vida marcada por mudanças radicais: já trabalhou como vendedora de trufas, alfaiate e até cursou Direito. Sua entrada no crime, segundo a Polícia Civil, ocorreu após sobreviver a uma tentativa de feminicídio em 2022. Desde então, acumulou prisões por tráfico de drogas, porte ilegal de armas e chegou a ser monitorada por tornozeleira eletrônica, que rompeu duas vezes antes de se tornar foragida.

No Rio, ganhou o apelido de “Diaba Loira” e se aproximou de líderes do TCP, como a Tropa do Coelhão, grupo ligado ao traficante Wallace Brito Trindade, o Lacosta, um dos mais procurados do estado.

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“É pra eu ter medo? Eu estava do lado de vocês esse tempo todinho. Sei que vocês são despreparados.”

Dias após a provocação, Eweline foi executada em Cascadura. A Polícia Civil investiga a autoria e a motivação do crime, que reforça a tensão entre facções rivais no Rio.

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