RIO: Júri popular condena ex-PM a mais de 32 anos pela morte de Fernando Iggnácio

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Rio. O júri popular do ex-policial militar Rodrigo Silva das Neves, réu pela morte do contraventor Fernando Iggnácio, foi condenado a 32 anos, 9 meses e 18 dias de prisão por homicídio triplamente qualificado. A decisão saiu após dois dias de julgamento no I Tribunal do Júri da Capital. O ex-PM está preso desde 2021 […]

POR Redação SRzd 10/4/2026| 2 min de leitura

Júri popular condena ex-PM a mais de 32 anos pela morte de Fernando Iggnácio

Júri popular condena ex-PM a mais de 32 anos pela morte de Fernando Iggnácio. Foto: TJRJ

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Rio. O júri popular do ex-policial militar Rodrigo Silva das Neves, réu pela morte do contraventor Fernando Iggnácio, foi condenado a 32 anos, 9 meses e 18 dias de prisão por homicídio triplamente qualificado.

A decisão saiu após dois dias de julgamento no I Tribunal do Júri da Capital.

O ex-PM está preso desde 2021 e a defesa informou que vai recorrer da decisão.

A acusação afirmou que Rodrigo teria escondido as armas usadas no crime dentro do próprio apartamento e que também seria dele o carro usado no assassinato. Outros dois acusados de participação no crime, os irmãos Pedro Emanuel D’Onofre Andrade Silva Cordeiro e Otto Samuel D’Onofre Andrade Silva Cordeiro, no início da sessão de hoje, decidiram dispensar seus advogados, por discordarem da estratégia de defesa. Assim, o júri de Pedro e Otto foi suspenso e será remarcado.

Além dos três réus, o bicheiro Rogério Andrade foi denunciado como mandante. Seu processo não foi incluído nesta sessão de julgamento. Ygor Rodrigues Santos da Cruz, também suspeito de participar do crime, foi encontrado morto em 2022.

Fernando Iggnácio foi executado no estacionamento de um heliponto no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio, após retornar de sua casa de praia em Angra dos Reis. Iggnácio e Rogério Andrade eram, respectivamente, genro e sobrinho do contraventor Castor de Andrade, que morreu em 1997, eterno patrono da Mocidade Independente, das mais tradicionais escolas de samba da cidade.

Rodapé - brasil

Rio. O júri popular do ex-policial militar Rodrigo Silva das Neves, réu pela morte do contraventor Fernando Iggnácio, foi condenado a 32 anos, 9 meses e 18 dias de prisão por homicídio triplamente qualificado.

A decisão saiu após dois dias de julgamento no I Tribunal do Júri da Capital.

O ex-PM está preso desde 2021 e a defesa informou que vai recorrer da decisão.

A acusação afirmou que Rodrigo teria escondido as armas usadas no crime dentro do próprio apartamento e que também seria dele o carro usado no assassinato. Outros dois acusados de participação no crime, os irmãos Pedro Emanuel D’Onofre Andrade Silva Cordeiro e Otto Samuel D’Onofre Andrade Silva Cordeiro, no início da sessão de hoje, decidiram dispensar seus advogados, por discordarem da estratégia de defesa. Assim, o júri de Pedro e Otto foi suspenso e será remarcado.

Além dos três réus, o bicheiro Rogério Andrade foi denunciado como mandante. Seu processo não foi incluído nesta sessão de julgamento. Ygor Rodrigues Santos da Cruz, também suspeito de participar do crime, foi encontrado morto em 2022.

Fernando Iggnácio foi executado no estacionamento de um heliponto no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio, após retornar de sua casa de praia em Angra dos Reis. Iggnácio e Rogério Andrade eram, respectivamente, genro e sobrinho do contraventor Castor de Andrade, que morreu em 1997, eterno patrono da Mocidade Independente, das mais tradicionais escolas de samba da cidade.

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